terça-feira, 6 de julho de 2010

ENCONTRO NACIONAL MOVIMENTO MARINA SILVA






Aconteceu em São Paulo, nos dias 02,03 e 04/07/2010 o Encontro Nacional de mobilização do Movimento Marina Silva, onde foram apresentados e aprimorados o guia e as estratégias de mobilização. Nesse encontro iniciou-se então, oficialmente, a primeira campanha presidencial coordenada por cidadãos de forma autõnoma. A mobilizadora Nilza Martins de Cuiabá/MT, participou desse evento.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Campanha eleitoral começa oficialmente nesta terça-feira

Cada um escolheu uma cidade como ponto de partida: Dilma estará em Porto Alegre, Serra, em Curitiba, e Marina, em São Paulo
Carol Pires / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo
Cada um dos candidatos à presidência da República escolheu uma cidade estratégica para dar largada na corrida eleitoral. Nesta terça-feira, 6, quando começa oficialmente a campanha, Dilma Rousseff (PT) estará em Porto Alegre (RS), José Serra (PSDB), em Curitiba (PR), e Marina Silva (PV), em São Paulo (SP).
Os três são os candidatos mais bem colocados nas pesquisas de intenção de voto. Dilma aparece empatada com Serra na última pesquisa Ibope com 39% das intenções de voto contra 10% de Marina.
PT
Dilma Rousseff escolheu como ponto de partida Porto Alegre, cidade onde começou a vida política pelo PDT e assumiu o primeiro cargo público, de secretária de Fazenda da prefeitura da cidade em 1986. De volta à cidade que a acolheu (Dilma é de Minas Gerais), a candidata do PT fará uma caminhada pela Rua da Praia, conhecido ponto tradicional de passeatas e manifestações políticas. Será a quinta vez que ela visitará a cidade desde abril, quando deixou a Casa Civil.
Outro fator importante na escolha da capital gaúcha como palco para a festa de início de campanha é o poder de atração da militância petista para a passeata. O Rio Grande do Sul tem 8,1 milhões de eleitores, sendo cerca de um milhão concentrado na capital. O candidato do PT ao governo do Estado, o ex-ministro da Justiça Tarso Genro, lidera as intenções de voto com 37%, segundo a última pesquisa Ibope. O segundo colocado, o ex-prefeito de Porto Alegre José Fogaça (PMDB), tem 30%.
A idéia original da campanha petista era que Dilma assistisse ao jogo do Brasil na Copa do Mundo nesta terça-feira, e fizesse a passeata de abertura da campanha na quarta-feira, em São Paulo. Com a eliminação da seleção do campeonato, o PT articulou a ida dela a Porto Alegre, mas manteve a visita a São Paulo, o maior colégio eleitoral do País. Em São Paulo, o script é o mesmo: fará uma caminhada pelo centro da capital paulista carregando a tiracolo Aloízio Mercadante, candidato do PT o governo do Estado, e Marta Suplicy, que tentará uma vaga no Senado.
PSDB
Ao escolher Curitiba, no Paraná, para passar o primeiro dia da campanha eleitoral, José Serra pretende pegar carona na popularidade do candidato tucano ao governo, o ex-prefeito Beto Richa, líder das pesquisas com cerca de 40% das intenções de voto. O Paraná tem 7,6 milhões de eleitores aptos a votar em outubro, sendo 1,3 milhão em Curitiba.
O ponto alto do dia será uma caminhada pelo centro da cidade, com largada no calçadão da Rua XV. Dentre os políticos que acompanharão Serra na caminhada, porém, será sentida a falta do senador Álvaro Dias. Indicado pelo PSDB para ser candidato a vice-presidente, Dias passou pelo constrangimento de ser vetado pelo DEM e substituído pelo pouco conhecido deputado Índio da Costa (DEM). O senador ficou sabendo que Serra começaria a campanha no seu Estado, o Paraná, pela imprensa.
A agenda de Serra em Curitiba também prevê uma visita de Serra a programas sociais e o recebimento de um documento com propostas de governo. Ao assinar o texto, deve firmar um compromisso com a continuidade de programas sociais do governo Lula. A estratégia é cortar rumores de que o candidato da oposição, se eleito, acabaria com o Bolsa Família.
PV
Marina Silva, candidata do PV, escolheu São Paulo como palco para marcar o início da campanha. Passam pela escolha o fato de a cidade ter o maior colégio eleitoral e também a questão de a sede da campanha estar centralizada lá. O Estado tem 30,3 milhões de eleitores – 8,4 milhões só na capital. O candidato do PV ao governo do Estado, Fábio Feldman, foi apontado por apenas 2% dos entrevistados na última pesquisa de intenção de voto do DataFolha.
Até o final da noite de ontem, o presidente do PV no Rio de Janeiro, Alfredo Sirkis, tentava levar a candidata do partido para dar a largada na capital fluminense. É no Rio que o PV tem, até aqui, o melhor desempenho eleitoral na disputa pelo governo do Estado com Fernando Gabeira, terceiro colocado nas pesquisas. "Incompatibilidade de agendas", porém, impediram a mudança de local, segundo Sirkis.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Campanha de Marina Silva vai intensificar presença da candidata na região Sul

Sérgio Roxo e Efrém Ribeiro
SÃO PAULO e TERESINA - A candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, intensificará a campanha na região Sul nos próximos dias. Nesta quarta-feira, ela estará no Rio Grande do Sul e no Paraná. No dia 5, deve visitar Blumenau, em Santa Catarina. O coordenador executivo da campanha, João Paulo Capobianco, afirma que pesquisas detectaram um grande potencial para a presidenciável verde na região:
- Estamos tendo retorno na região. Outro ponto importante é que contaremos com candidatos majoritários nos três estados.
Marina participa nesta quarta-feira de sabatina em uma emissora de TV de Porto Alegre e depois vai ao congresso da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs). À noite, estará na convenção que homologará a candidatura do Paulo Salamuni ao governo do Paraná pelo PV.
De acordo com pesquisa CNI/Ibope , Marina Silva tem 8% das intenções de voto no Sul, mesmo patamar do Nordeste. A sua média nacional é de 9% das preferências. No Sudeste, ela soma 10% e no Norte/Centro-Oeste, regiões agrupadas no levantamento, tem 11%. Marina nasceu no Acre e fez a sua carreira política no estado.
Em Teresina, onde participou ontem da convenção do PV que escolheu a vereadora Teresa Brito como candidata ao governo do Piauí, o candidato a vice-presidente na chapa de Marina, Guilherme Leal (PV), disse que, num eventual segundo turno entre Dilma Rousseff e José Serra, não vai manifestar apoio a nenhum dos dois:
- Quem começou com 3% das intenções de voto e está com 12% a 15% tem chances concretas de disputar o segundo turno, e Marina já disse que não é dona do voto de seu eleitor, que é livre e tem consciência para fazer sua escolha.
CNA: Marina não vai ao debate por preconceito
A senadora Kátia Abreu (DEM-TO), presidente da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), reagiu nesta terça-feira à decisão de Marina de não participar de encontro promovido pela entidade nesta quarta-feira . No Twitter, a senadora disse que "lamenta o preconceito" da candidata verde, que, segunda ela, não fez exigências para participar de encontro na Confederação Nacional da Indústria (CNI) .
"Marina desmarcou ida na CNA por não ter acesso antecipado às perguntas do debate. Não fez a exigência na CNI. Lamento o preconceito", escreveu Kátia Abreu, no microblog nesta terça-feira à tarde.
Capobianco respondeu que não há preconceito da candidata com o setor. Afirmou que a CNI enviou um documento com suas propostas para o futuro presidente com antecedência, o que não foi feito pela Confederação da Agricultura e Pecuária.
Fonte: O GLOBO

Mauro Mendes é candidato ao governo de Mato Grosso



“Em 2010 a verdade vai vencer a mentira”

Trinta de junho de 2010, ginásio Dom Aquino, em Cuiabá, clima de festa, alegria, vitória e emoção. Assim foi a Convenção Estadual do PSB que homologou Mauro Mendes como candidato ao governo de Mato Grosso. Cerca de 2000 militantes socialistas e população em geral acompanharam, torceram e vibraram durante o evento, que teve início às 16h desta quarta-feira (30). E quem não pode estar presente acompanhou tudo em tempo real via internet.

Durante toda a tarde, os demais partidos que compõem o Movimento Mato Grosso Muito Mais realizaram suas convenções e todos ratificaram o nome de Mauro Mendes como candidato ao governo. Às 18h30 um grande ato reuniu os líderes e militantes do PV, PDT, PPS e PSB, que agora formam a coligação ‘Mato Grosso Melhor pra Você’.

Aplaudidos e aclamados, Mauro Mendes, Otaviano Pivetta, candidato a vice-governador pelo PDT, Valtenir Pereira candidato a deputado Federal pelo PSB e presidente da sigla, Aluízio Leite candidato a deputado federal pelo PV, Percival Muniz e Pedro Taques candidatos ao senado pelo PPS e PDT respectivamente, discursaram em tom de vitória. “Hoje é o dia de colocarmos fim a todas as especulações, lançamos aqui o nosso candidato. Mato Grosso quer muito mais e tenho a certeza que muito mais é Mauro governador”, declarou Valtenir Pereira.

O candidato ao senado pelo PDT, Pedro Taques, reconhece que hoje tem início uma caminhada difícil, mas que tem como objetivo levar Mauro Mendes ao Palácio Paiaguás. “Esta caminhada não será fácil, pois não temos ao nosso lado nenhum dos Palácios, mas sairemos vitoriosos, pois temos o cidadão de bem ao nosso lado”. O também candidato ao senado pela coligação, Percival Muniz, vibrou incentivando a todos os presentes para se unirem ao projeto de Mauro Mendes. “Acabou a especulação! Vamos juntos porque agora é rua, agora é praça, agora é Mauro!”

Confiante, Otaviano Pivetta, candidato a vice, afirma que o PDT entra de ‘corpo e alma’ no projeto para convencer a sociedade que essa é a melhor opção. “Nós queremos construir um Estado de oportunidades, um Estado que produza capital social, que cuide da saúde, da educação, que ofereça segurança ao cidadão e que diminua as diferenças sociais, nós temos a fórmula para isso”.

Ovacionado, Mendes discursa pela primeira vez como candidato ao governo. “Hoje é um dia muito especial para mim, vencemos a primeira etapa dessa batalha. Vencer as eleições é muito importante, mas como vencer será mais importante ainda! Infelizmente têm muitas pessoas com vergonha de dizer que trabalham com política, mas eu quero daqui quatro anos bater no peito e dizer que eu fiz uma política com coragem, honestidade e com muita verdade. Todo mundo sabe a seriedade com que eu trato as coisas, vamos juntos mudar a forma de fazer política neste Estado. Em 2010 a verdade vai”, declarou o candidato.

Priorizar a saúde, gerar emprego, revolucionar a educação e dar dignidade ao cidadão são as principais metas de Mendes. “Na área da saúde é que vamos deixar nossa grande marca. Ao final de 2014 a saúde pública de Mato Grosso terá uma página virada, pois se tiver que deixar de construir quinhentos quilômetros de estrada para investir na saúde eu o farei”.

Mendes ainda assumiu o compromisso de ser o governador que mais trará indústrias para o Mato Grosso e, assim, gerar milhares de empregos. “Farei um compromisso com vocês: nos últimos quatro anos geramos 57 mil empregos formais em Mato Grosso, nos próximos quatro vamos gerar 200 mil. Eu sei que é possível e vou fazer”, afirmou.

“Um homem que tem sonhos, acredita em Deus e trabalha muito, não tem medo de desafios! Nós vamos ganhar juntos e administrar juntos. Vocês verão um homem corajoso e determinado. Vamos lutar, lutar, lutar e vencer”, encerrou Mendes emocionado.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

CONVENÇÃO ESTADUAL DO PV MT















MARCOS NOVAES (RJ) DA EXECUTIVA NACIONAL
















MARCOS NOVAES (RJ) DA EXECUTIVA NACIONAL, ACOMPANHOU OS TRABALHOS REALIZADOS NO DIA 30/06/2010, NA CONVENÇÃO ESTADUAL DO PV MATO GROSSO.















SECRETARIO DO MEIO AMBIENTE ARCHIMEDES NETO















Aluizio Leite (MT)Secretário de Administração PV

CONVENÇÃO ESTADUAL DO PV MATO GROSSO















PRESIDENTE ESTADUAL DO PV MT JOSÉ STOPA















PRESIDENTE ESTADUAL DO PV MT JOSÉ STOPA















NAILDO LOPES DA EXECUTIVA ESTADUAL MT.















MARCOS NOVAES(RJ) DA EXECUTIVA NACIONAL















JOSÉ STOPA PRESIDENTE ESTADUAL DO PV

terça-feira, 29 de junho de 2010

Mauro Mendes será homologado nesta quarta-feira





Mauro Mendes será homologado nesta quarta-feira
Grande ato reunirá os quatro partidos do Mato Grosso Muito Mais

Um grande ato nesta quarta-feira (30) oficializará as candidaturas da chapa majoritária do ‘Mato Grosso Muito Mais’ e das proporcionais dos partidos que compõem a coligação: PSB, PDT, PPS e PV. As convenções partidárias das siglas ocorrem no mesmo dia, em diferentes locais, e espera reunir centenas de lideranças, militantes, correligionários, apoiadores e cidadãos representantes de todos os municípios mato-grossenses. Das 13h às 17h, os partidos farão o ato intrapartidário, quando ocorrem as homologações das respectivas candidaturas. O PSB se reunirá no ginásio Dom Aquino, o PDT no Colégio Liceu Cuiabano, o PPS na Assembleia Legislativa do Estado e o PV no Palácio da Instrução, todos em Cuiabá.

A partir das 17h, todos os partidos se dirigem para o ginásio Dom Aquino para um grande ato político que oficializará os nomes de Mauro Mendes (PSB) como candidato ao governo de Mato Grosso, o deputado estadual Otaviano Pivetta (PDT) como seu vice, e o ex-procurador da República, Pedro Taques (PDT) e o deputado estadual Percival Muniz como candidatos a senadores pela coligação. “Começamos nossa caminhada com esses quatro partidos e assim permanecemos. Será a vitória democrática de mais uma batalha. Tenho certeza que faremos um brilhante evento e, principalmente, com a participação de muitos que acreditam num futuro melhor para Mato Grosso”, enfatizou Mendes.

REUNIÃO DA EXECUTIVA DO PARTIDO VERDE - DIA 28/06/2010

No dia 28 de junho de 2010, o Partido Verde realizou uma reunião com o objetivo de avaliar e replanejar ações pertinentes a eleição 2010. 









Sem regras que garantam a isonomia, Marina rejeita convite para sabatina da CNA

Postado em 28/06/2010 por Equipe Marina | Categoria(s): Geral

A coordenação da campanha da candidata do PV à Presidência da República, senadora Marina Silva (AC), enviou ontem à Direção da CNA (Confederação Nacional da Agricultura e da Pecuária) carta na qual recusa o convite feito pela entidade para participar de sabatina ao lado do ex-governador José Serra, presidenciável do PSDB, no próximo dia 1º de julho.

No documento, João Paulo Capobianco, coordenador-executivo da campanha de Marina, assinala que a decisão se deve ao fato de a entidade não atender à solicitação de rever as regras de condução do evento com os candidatos, previsto para acontecer em Brasília.

Capobianco destacou que “dada a vinculação legítima de dirigentes da CNA com a candidatura adversária, apenas o conhecimento dos temas definidos para as perguntas não asseguraria a necessária isonomia para que as visões estratégicas sobre a condução do agronegócio brasileiro fossem expostas adequadamente”.

Para evitar o risco de a imparcialidade da iniciativa ser posta em dúvida, o coordenador lembrou que foi sugerido à direção da Confederação que “as questões de interesse do setor fossem levadas aos candidatos com antecedência, a exemplo de encontros com presidenciáveis promovidos por outras entidades representativas do empresariado brasileiro ou do municipalismo”.

Por fim, lembra ainda que o documento que seria, segundo a assessoria da CNA, referência para a sabatina só foi encaminhado para a campanha de Marina no final da tarde desta segunda-feira, enquanto o candidato do PSDB já havia tido conhecimento de sua versão inicial em abril passado.

Leia a seguir a íntegra do comunicado enviado para a presidente da CNA, senadora Kátia Abreu (DEM-TO).

Prezada senadora Kátia Abreu,

A coordenação da campanha da candidata do PV à Presidência da República, senadora Marina Silva (AC), vem por meio desta declinar o convite para participação da presidenciável no evento previsto para o próximo dia 1º de julho, promovido pela CNA, em que seria sabatinada por lideranças da agricultura e pecuária brasileiras, ao lado do ex-governador José Serra, seu concorrente do PSDB na disputa eleitoral deste ano.

Até a tarde desta segunda-feira, dia 28, a coordenação da campanha de Marina aguardou, sem sucesso, sua resposta à reivindicação, apresentada 48 horas antes, para revisão das regras da sabatina.

Na oportunidade, foi levado ao seu conhecimento nosso incômodo com o fato de que, dada a vinculação legítima de dirigentes da CNA com a candidatura adversária, apenas o conhecimento dos temas definidos para as perguntas não asseguraria a necessária isonomia para que as visões estratégicas sobre a condução do agronegócio brasileiro fossem expostas adequadamente.

Sugerimos que as questões de interesse do setor fossem levadas aos candidatos com antecedência, a exemplo de encontros com presidenciáveis promovidos por outras entidades representativas do empresariado brasileiro ou do municipalismo. Assim, se evitaria o risco de a imparcialidade da iniciativa ser posta em dúvida.

Também vale ressaltar que Marina Silva só teve acesso ao documento “O que Esperamos do Próximo Presidente – A Agricultura Pede Passagem” no final desta tarde (mais precisamente às 17h02). O texto, segundo a assessoria da CNA, deveria servir de referência aos presidenciáveis. José Serra, por sua vez, teve a oportunidade de ser apresentado à versão primeira do mesmo conteúdo em abril, quando esteve presente na Expozebu, em Uberaba (MG), evento para o qual a candidata do PV não foi convidada.

Apesar desses equívocos, que temos certeza serão evitados em oportunidades futuras, a senadora Marina Silva volta a expressar a sua disposição para a manutenção do diálogo com as lideranças da CNA. Isso porque reconhece a importância estratégica do setor para o desenvolvimento do país e por acreditar que pode se somar aos esforços para a construção de uma nova visão para agricultura e pecuária brasileiras. E, assim, tornar o setor cada vez mais competitivo e respeitado dentro e fora de nossas fronteiras, tanto pela qualidade dos produtos, quanto pelo respeito ao meio ambiente, à promoção da responsabilidade social e à contribuição ao desenvolvimento sustentável.

Certo de que contarei com a sua compreensão, despeço-me.
Atenciosamente

João Paulo Capobianco
Coordenador-executivo da Campanha de Marina Silva à Presidência da República pelo Partido Verde

domingo, 27 de junho de 2010

“Um homem que sonha e acredita em Deus não tem medo de desafios,” afirma Mendes em coletiva à imprensa



Num clima de emoção e confiança o pré-candidato ao governo do Estado Mauro Mendes, anunciou no final da manhã de hoje (27) que continua firme na disputa eleitoral. Juntamente com os líderes do Movimento Mato Grosso Muito Mais, Mendes apresentou à imprensa mato-grossense os pré-candidatos à vice governador e ao senado, compondo assim a chapa majoritária do Mato Grosso Muito Mais. “Um homem que sonha e acredita em Deus não tem medo de desafios, por isso serei candidato ao governo de Mato Grosso”, afirma Mendes.
Ao lado de Mendes, como vice estará o presidente do PDT, Otaviano Pivetta. O ex-procurador da República, Pedro Taques (PDT) e o presidente do PPS Percival Muniz irão concorrer as duas vagas do senado. Os nomes dos pré-candidatos serão homologados na próxima quarta-feira (30), quando acontece as convenções dos quatro partidos, em Cuiabá.
Todos os líderes declararam total apoio ao projeto e garantiram que lutarão para construir um Estado melhor para os quase de três milhões de mato-grossenses. “Queremos fazer uma nova história em Mato Grosso e ser a oportunidade para aqueles que querem ajudar a construir a democracia”, discursou o pré-candidato ao Senado Percival Muniz.
O pré-candidato ao senado, Pedro Taques (PDT) afirmou convicto que esse é o Movimento da Coragem, da Justiça e da Transformação. “Lutaremos contra máquinas, inclusive contra máquinas superfaturadas, por isso precisamos de apoiadores, aponta Taques.
Emocionado, Mendes encerra a coletiva declarando que nos próximos 90 dias se dedicará inteiramente à campanha, percorrendo os municípios de Mato Grosso para conhecer as necessidades e a vontade de cada habitante deste Estado. O empresário reforçou que fará política olhando para o futuro. “Com muita determinação, quero levar uma mensagem de verdade porque vou lutar por aquilo que acredito”.


Marina vai em busca de novos rumos para campanha

Sérgio Roxo

SÃO PAULO - A candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, deve passar a priorizar em sua agenda de campanha eventos temáticos que tenham relação com propostas do programa de governo. A mudança acontecerá a partir do dia 11, quando a presidenciável voltar de um encontro com investidores internacionais, em Nova York. Os detalhes serão decididos em uma reunião na terça-feira.
- Vamos sair deste momento um pouco esquisito que é a pré-campanha e passar para a campanha de fato. É natural que ocorram mudanças - disse o ex-deputado federal Luciano Zica (PV-SP), responsável pela agenda da candidata.
Marina não teve agenda pública nos três últimos dias. No sábado, a coordenação da campanha realizou uma primeira reunião para tratar dos novos rumos.
- Devemos adotar agora uma agenda mais temática vinculada ao programa de governo - acrescentou Zica.
Marina terá que buscar fatos novos que a façam subir nas pesquisas, já que contará com apenas um minuto de exposição no horário eleitoral gratuito. De acordo com a sondagem CNI/Ibope divulgada na quarta-feira, ela tem 9% das intenções. Nesta segunda-feira, Marina estará na cidade de Santos, no litoral paulista.
Fonte: O GLOBO

Fé e política – coluna da Miriam Leitão, 26/06/10

Postado em 27/06/2010 por Equipe Marina

Categoria(s): Eco

Na entrevista que fiz esta semana com Marina Silva não perguntei de religião. Foi proposital. Ao me preparar para a entrevista, me dei conta de que já entrevistei muitos candidatos à Presidência, nas últimas cinco eleições, e nunca perguntei a qualquer dos candidatos se, de alguma forma, suas convicções religiosas seriam parte do programa de governo. E eles tinham religião.
As perguntas sobre a religião evangélica de Marina Silva aparecem de várias formas, são recorrentes, todas revelam o mesmo temor: o de que ela imponha ao país, caso eleita, suas crenças religiosas através do currículo escolar ou padrões de comportamento. Um temor que mais parece preconceito. Primeiro, ela não tem esse perfil autoritário, aliás é uma pessoa pública que marcou sua vida pelo diálogo. Segundo, e mais importante, nós temos uma democracia forte, vibrante, capaz de reagir a quaisquer tentativas de cerceamento da liberdade individual. Veja-se a tentativa do governo Lula de impor o controle da imprensa, em 2003, através de uma agência de audiovisual e de um conselho de jornalistas. Não deu certo. Em outros países latino-americanos, os governantes foram bem mais sucedidos.
Ninguém pergunta a um candidato católico se ele vai proibir a pílula, exigir que os brasileiros não usem métodos contraceptivos, apesar de isso ser uma orientação do Vaticano para as famílias. Não teria cabimento essa pergunta, porque é claro que o candidato, se eleito, nem tentaria uma barbaridade dessas, e se tentasse, as famílias ignorariam. Mas à Marina a pergunta se ela implantaria políticas públicas baseadas na visão da igreja que frequenta aparece insistentemente.
O Brasil é um país laico e assim continuará. Marina está sendo vítima de erros de alguns políticos evangélicos que têm tentado transformar púlpito em palanque, o que é detestável da perspectiva religiosa e uma ameaça à qualidade da democracia. Fé e política são questões que devem estar separadas. Apesar disso, os candidatos em campanha sempre vão a eventos religiosos, de diversas confissões, num chamado indireto aos fiéis. Se visitar diversos cultos for uma demonstração de tolerância religiosa, é excelente; se for uma tentativa de manipular a escolha do eleitor religioso, é um retrocesso.
A grande questão é: por que Marina é crivada de perguntas sobre sua fé e não há a mesma ilação sobre o risco de transposição das doutrinas religiosas para as políticas públicas quando o candidato é da religião dominante no país? Aos outros, basta responder afirmativamente à pergunta clássica se acredita em Deus. E nisso aí, há uma hipocrisia: só se aceita como boa a resposta positiva, como se o Brasil não pudesse ser governado por um agnóstico.
A imprensa brasileira lida de forma mais civilizada com questões da vida pessoal do que a imprensa de outros países. Há na americana uma obsessão puritana por saber quem tem ou teve amante; quem traiu ou não o cônjuge. Isso é tão definitivo que uma infidelidade conjugal pode acabar com a candidatura.
A imprensa brasileira só dá atenção a casos pessoais quando eles envolvem questões públicas. Um exemplo, o caso do senador Renan Calheiros. A pauta não era se o então presidente do Senado tinha uma filha fora do casamento, mas o fato de que as contas da mãe da filha eram pagas no escritório de uma empreiteira.
Temos sabido distinguir entre fatos da vida pessoal que pertencem à privacidade do candidato, daqueles fatos que se transformam em questões públicas. Já a imprensa americana tem compulsão por investigar a vida dos candidatos atrás de amantes pretéritas e presentes. Mas não temos passado bem no teste da escolha religiosa, se ela for qualquer uma que não a católica. O que é preciso, de novo, é fazer a distinção entre o que é assunto público do que pertence especificamente à pessoa do candidato.
A questão do ensino do criacionismo apareceu como um assunto público. A “Veja” perguntou a ela, em setembro do ano passado, se o criacionismo deveria ser ensinado nas escolas. Ela garantiu que jamais defendeu a ideia de criacionismo como matéria obrigatória. Explicou que a confusão surgiu porque, numa palestra num colégio adventista, diante de uma pergunta se o criacionismo poderia ser ensinado na escola, ela respondeu “desde que ensinem também o evolucionismo.”
A pergunta continuou sendo feita em cada entrevista. Eu particularmente acho que as religiões têm o direito de ensinar, em seus recintos, as suas crenças sobre a origem da vida e do aparecimento do ser humano no Planeta. Mas isso deve ficar restrito ao ambiente religioso. Nas escolas, o que se ensina é ciência. As bíblias católica e protestante, a Torá, o Corão, e outros textos religiosos têm a mesma explicação de um força superior criadora da vida. Se é assim geral, por que só à Marina essa pergunta é feita?
Me perguntei tudo isso ao me preparar para entrevistar Marina Silva e decidi que esse tema não estaria entre os que abordaria. Senti que só poderia fazer para ela perguntas sobre o risco de políticas públicas inspiradas em sua fé se tivesse feito as mesmas perguntas aos outros candidatos, de outras denominações religiosas, que tenho entrevistado em todas as eleições. Não tendo feito a eles, não fiz a ela.

sábado, 26 de junho de 2010

PV ?recolhe? Marina para replanejar campanha

AE - Agência Estado


A candidata do PV à Presidência, senadora Marina Silva, ficará afastada de compromissos públicos por três dias, reservando sua agenda para atividades internas. Boa parte do tempo será destinada ao planejamento da campanha eleitoral, que começa oficialmente dia 6. Busca-se uma fórmula capaz de deixar mais claras as suas propostas de governo.

"Com as limitações da fase de pré-campanha, a Marina não pôde até agora apresentar de maneira clara as suas propostas, nem explicitar as questões que a diferenciam dos outros candidatos", diz o coordenador da campanha, João Paulo Capobianco. "Vamos sair de uma fase reativa, marcada por entrevistas e convites para debates e eventos, e passar para uma fase propositiva."
A nova etapa da campanha deverá ganhar um tom mais intenso e direto - com o intuito de mostrar ao eleitor que o modelo de desenvolvimento em curso no País está ultrapassado. "Não será um discurso oposicionista, mas de interrupção do continuísmo, deixando de lado a visão de crescimento econômico a qualquer preço, para adotar a proposta de crescimento sustentável", explica Capobianco.
Os compromissos públicos de Marina foram suspensos ontem e devem ser retomados na segunda-feira. Segundo Maurício Brusadin, presidente do PV em São Paulo, a interrupção também assinala o fim da fase de consolidação das candidaturas nos Estados. "O PV é o partido com mais candidatos a governos já sacramentados. São 12 até agora e o número vai aumentar", afirma. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Semana das Mulheres no Poder

Futebol feminino


Enquanto rola a bola da Copa do Mundo da África do Sul, acontece entre os dias 25,26 e 27 de junho a 5ª edição do “International Women’s Cup (IWC)” na Espanha. O evento é um projeto desportivo que tem por objetivo promover a participação das mulheres no esporte e estimular os meios de comunicação a darem mais cobertura ao esporte de competição feminino, fomentando a igualdade no âmbito esportivo.

Princípios de empoderamento

O Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM) afirmou que 11 empresas brasileiras fazem parte da lista de 39 corporações que aderiram aos “Princípios de Empoderamento das Mulheres”, lançado pelo UNIFEM e o Pacto Global das Nações Unidas em março deste ano. As empresas brasileiras lideram a adesão aos Princípios, a segunda posição é ocupada por seis empresas de caráter global, e Estados Unidos e Egito estão na terceira posição no ranking. As empresas brasileiras adeptas da iniciativa são: Açovisa Indústria e Comércio de Aços Especiais Ltda, CINQ Tecnologia, Copel – Companhia Paranaense de Energia, Fersol Indústria e Comércio SA, INCCATI Sistemas Ltda, Itaipu Binacional, Microlife Informática de Franca Ltda, Natusfran, New Space Processamento e Sistemas Ltda, Petrobras e Rodovalho Advogados.

Na segunda-feira, dia 21/6, 39 executivos de grandes empresas divulgaram a Declaração de Apoio dos CEOs aos “Princípios de Empoderamento das Mulheres – Igualdade Significa Negócios”, conclamando a adesão do setor empresarial à iniciativa das Nações Unidas. No documento, os presidentes e diretores executivos expressam o compromisso com a promoção da igualdade entre mulheres e homens, pedra fundamental dos setes Princípios, a ser adotado em escala mundial pelas empresas para incorporar a diversidade global e nacional. A parceria do UNIFEM com o Pacto Global das Nações Unidas através dos “Princípios de Empoderamento das Mulheres – Igualdade Significa Negócios” oferece à comunidade empresarial uma nova ferramenta no trabalho conjunto com as Nações Unidas para avançar o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, particularmente o Objetivo 3: Promover a Igualdade entre os Sexos e a Autonomia das Mulheres.
Íntegra dos “Princípios de Empoderamento das Mulheres”

Seminário debate subrrepresentação

Acontece no próximo dia 30/06, às 14 horas, no plenário 3 da Câmara Federal, seminário que vai debater a "Subrrepresentação da Sociedade no Parlamento Brasileiro". A iniciativa é da Comissão de Legislação Participativa, e a sugestão do tema é do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc). O Inesc percebeu, em pesquisa realizada com deputados e senadores, que os parlamentares, em sua maioria, admitem que o Parlamento não reflete a diversidade de grupos sociais que compõem a dinâmica da sociedade brasileira, mas não desejam que essa situação seja alterada. A relatora, deputada Luiza Erundina (PSB-SP), acredita que o seminário poderá contribuir para a ampliação das discussões no Congresso Nacional e para a efetiva alteração da representação de negros, mulheres, índios e outros grupos sociais no Parlamento, como afirmou à Agência Câmara. A Comissão de Legislação Participativa foi criada em 2001 e tornou-se um novo mecanismo para a apresentação de propostas de iniciativa popular. Recebe propostas de associações e órgãos de classe, sindicatos e demais entidades organizadas da sociedade civil, exceto partidos políticos, que são apresentadas e examinadas pela comissão. Aprovadas, são transformadas em projetos de lei, que são encaminhados à Mesa Diretora da Câmara e passam a tramitar.

O que pensam os Parlamentares sobre a Reforma Política?

Sondagem de Opinião Parlamentar Reforma Política

Jovens feministas

Sábado, dia 26/06, acontece em Campo Grande, Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, roda de conversa e lançamento do livro “Jovens Feministas Presentes”, primeira publicação do Fórum Cone Sul de Jovens Mulheres Políticas – Espaço Brasil. A publicação traz depoimentos, entrevistas e artigos sobre a participação jovem e feminista no enfrentamento das desigualdades de gênero.

Progresso das mulheres no mundo

O Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM Brasil e Cone Sul), em parceria com a Fundação Ford e a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), abre edital para produção de relatório de avaliação da realidade das mulheres brasileiras e o avanço de direitos no país. O relatório “O Progresso das Mulheres no Brasil 2003-2009”, faz uma atualização de publicação homônima que revisou a situação das brasileiras de 1992 a 2002. As propostas podem ser enviadas por empresas e instituições legalmente constituídas e com reconhecida produção de pesquisas sociais. Deve conter pesquisas e análises de dados nas seguintes áreas: política e poder; direitos humanos, direitos civis e políticos; educação; mulheres jovens e meninas; mercado de trabalho e renda; políticas públicas; área urbana e rural; raça e etnia; saúde e direitos sexuais e reprodutivos; HIV/AIDS; pobreza e violência contra a mulher. As propostas apresentadas não devem ultrapassar o valor de US$ 80 mil (aproximadamente R$ 145 mil), e as organizações que preencherem os requisitos descritos no Edital de Seleção deverão fazer uso do Formulário de Propostas de Projetos e enviá-lo por via eletrônica através do e-mail diana.monge@unifem.org, com o texto: “RELATÓRIO PROGRESSO” no assunto da mensagem.

O Progresso das Mulheres no Brasil 2003-2009

Parlamento Jovem 2010

A Câmara dos Deputados abriu inscrições para a 7ª edição do Parlamento Jovem Brasileiro, que será realizado entre os dias 08 e 12/11. O programa selecionará 78 estudantes para vir a Brasília participar de uma jornada parlamentar simulada que inclui apresentação de projetos e emendas, debates e votação nas comissões e no plenário. Para participar, é necessário ter entre 16 e 22 anos e estar frequentando regularmente o terceiro ano do ensino médio em escolas públicas ou particulares de todo o país. O aluno deverá preencher uma ficha de inscrição, criar um projeto de lei e entregá-lo na escola onde estuda. As escolas têm até o dia 20/08 para encaminhar as fichas de inscrições e os projetos às secretarias estaduais de educação. A lista com os selecionados será divulgada no dia 04/10.

Os projetos de lei a serem inscritos poderão tratar dos seguintes temas: agricultura e meio ambiente; saúde e segurança pública; economia, emprego e defesa do consumidor; educação; cultura; esporte e turismo. Alguns projetos apresentados no Parlamento Jovem podem ser aproveitados pelos deputados e passar a tramitar na Câmara. No último dia 08/06, a Câmara aprovou um projeto de lei do deputado Lobbe Neto (PSDB-SP) que foi inspirado em proposta apresentada em 2004, durante o Parlamento Jovem, pela aluna Martha Ramires Oliveira Sachser de Souza. O projeto (PL 1695/07) prevê a realização anual de exames oftalmológico e auditivo para alunos de ensino fundamental da rede pública. A proposta será agora analisada no Senado.

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