terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

História de Marina Silva pode virar filme


Brasília - A vida da ex-senadora e candidata derrotada à presidência da República nas últimas eleições, Marina Silva, poderá virar filme. A ideia da cineasta Sandra Werneck, que dirigiu também a cinebiografia Cazuza - O tempo não para. As informações foram divulgadas nesta segunda-feira pela colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo.O filme seria baseado na biografia da política, chamada Marina - A vida por uma causa. Neste livro, a autora conta a história da líder política, com destaque para os seus problemas de saúde, seus desafetos e sua alfabetização tardia.
Fonte:O DIA/ TERRA

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Marina Silva participa de encontro com twitteiros e blogueiros

Por Ismael Benigno

O encontro, a ser transmitido on-line, será realizado no auditório do jornal Diário do Amazonas, localizado na avenida Djalma Batista, próximo ao Amazonas Shopping, no bairro da Chapada.



Com o objetivo de estimular a discussão sobre os rumos do desenvolvimento regional tendo como ponto de vista o meio ambiente e envolver a mídia eletrônica nessa temática, o Movimento Marina Silva no Amazonas promove no dia 22 de fevereiro (terça-feira), às 17h, o Encontro com Twitteiros e Blogueiros do Amazonas, tendo como interlocutora a ex-senadora Marina Silva, cuja militância em defesa da Floresta Amazônica é reconhecida mundialmente. O encontro, a ser transmitido on-line, será realizado no auditório do jornal Diário do Amazonas, localizado na avenida Djalma Batista, próximo ao Amazonas Shopping, no bairro da Chapada.
A mídia eletrônica e as redes sociais estão cada vez mais presentes no cotidiano urbano, envolvendo bilhões de pessoas ao redor do planeta por intermédio da rede mundial de computadores, a internet. A capacidade de mobilização e de inserção social desses recursos midiático os tornam ferramentas indispensáveis para a conscientização sobre as questões fundamentais ligadas ao desenvolvimento econômico e social, daí o Movimento Marina Silva ter pautado um tema instigante e atual para reflexão e debate com os twitteiros e blogueiros.
Candidata que obteve quase 20 milhões de votos nas eleições presidenciais de 2010, Marina Silva tem sua trajetória de vida entrelaçada às questões ambientais e sociais, o que a torna uma interlocutora indispensável para o entendimento do que se passa na Amazônia e do que se tem como perspectiva para os próximos anos debaixo destes dois eixos de análise. Além dos twitteiros e blogueiros, o encontro está aberto ao público em geral, que assim poderá participar de um debate em que o ideário social e ambiental da ex-senadora terá como eixo articulador as transformações sociais, econômicas e ambientais que afetam diretamente a vida de mais de 20 milhões de pessoas que habitam a Amazônia brasileira*.
A vinda da ex-senadora a Manaus, para participar da aula magna a ser realizada no mesmo dia na Ufam e do encontro com os twitteiros e blogueiros, foi articulada pelo Movimento Marina Silva no Amazonas, que representa um grupo de pessoas voltado para uma nova forma de se fazer política, tendo como eixo norteador, além da ética, as questões ambientais e sociais brasileiras. Além da programação envolvendo o encontro com twitteiros e blogueiros e a aula magna da Ufam, Marina Silva participa também de um debate sobre política, a ser realizado às 18h30 no auditório da Livraria Valer, localizada na rua Ramos Ferreira, quase esquina com a avenida Getúlio Vargas, no Centro. O médico e ex-reitor da Ufam Marcus Barros, que participa do Movimento Marina Silva, acredita que os temas a serem discutidos pela ex-senadora, tanto na Ufam como no Jornal Diário do Amazonas e na Livraria Valer, sejam relevantes para o entendimento do atual quadro econômico, político, ambiental e social da Amazônia, em que a ação antrópica sobre o meio ambiente revela resultados negativos e imprevisíveis.
*Como o encontro será reservado aos twitteiros e blogueiros, o público em geral poderá participar do debate por via eletrônica, com sugestões de perguntas a serem enviadas por intermédio dos blogs e twitters de sua preferência, que estarão transmitindo on-line o evento. Assim, o grande público terá acesso a um debate em que o ideário social e ambiental da ex-senadora enfocará como eixo articulador as transformações sociais, econômicas e ambientais que afetam diretamente a vida de mais de 20 milhões de pessoas que habitam a Amazônia brasileira.


Assessoria de Comunicação doMovimento Marina Silva no AmazonasJornalista Denison Silvan – (92) 8105-2550 – denisonsilvan@hotmail.comJornalista Michelle Portela – (92) 8184-0141 – micportela@gmail.com
Fonte:D24am

Twitter da Marina Silva é finalista no Annual Shorty Awards



O Twitter da ex-senadora Marina Silva é um dos finalistas do 3º Annual Shorty Awards, que divide os microblogs em 30 categorias, que divide pessoas ligadas às artes, política, empresas e governos. Marina (@marina_silva), que tem mais de 397 mil seguidores, é a única política brasileira a concorrer em sua categoria. O prêmio será entregue no dia 28 de março, em Nova York, nos Estados Unidos.A Real-Time Academy of Short Form Arts & Sciences, que escolheu os finalistas com a ajuda de internautas de todo o mundo, também vai escolher o vencedor de cada categoria. Quem quiser apoiar Marina, pode enviar mensagens ao júri dizendo porque ela deve ser eleita ("Eu apoio/endosso @silva_marina no Shorty Awards na categoria política porque...").Confira a lista completa dos finalistas no site do Short Awards.
Redação SRZD

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

''Não farei oposição pela oposição''

Marina Silva, ex-senadora pelo PV-AC: Ex-senadora diz que os seus 20 milhões de votos devem ser vistos como um 'legado', algo a ser 'apropriado por todos'
Roldão Arruda - O Estado de S.Paulo
Afastada há doze dias do Senado, Marina Silva já definiu suas próximas tarefas. No plano político, a tarefa imediata será o debate sobre a reorganização interna de seu partido, o PV. Pessoalmente prepara-se para ganhar a vida dando aulas e palestras, uma vez que se recusa a ganhar salário do partido. Na entrevista abaixo, ela fala sobre o governo Dilma Rousseff, partidos e o risco de, após o sucesso eleitoral do ano passado, cair no esquecimento político.
A senhora saiu da eleição com quase 20 milhões de votos. Como acha que vai manter essa herança, agora que ficou sem tribuna no Senado e cargo no governo? Outros candidatos que ficaram em terceiro lugar, como Heloísa Helena e Ciro Gomes, acabaram relegados a planos secundários. Não teme a maldição do terceiro lugar?
Em política, a pior maldição é querer aprisionar o sucesso. Quem tenta fazer isso se torna prisioneiro dele e não consegue mais fazer as coisas com abertura criativa e espírito de novidade. A ação política é sempre um processo vivo, único. Se tentar aprisionar o sucesso, que já é passado, aí sim, vai viver a maldição. Vamos viver o daqui para a frente como um momento novo. Eu me vejo como alguém que deu uma contribuição: estou dizendo para o PV, o PT, o PSDB e outros partidos, assim como para o governo e o movimento socioambiental, que os 20 milhões de votos dados a uma candidatura identificada com a questão da sustentabilidade têm de ser vistos como um legado, algo que pode ser apropriado por todos (diferentemente da herança, que pressupõe um espólio).
O que fazer com esse legado?
É preciso trabalhar para transformá-lo em mobilização social, em sustentabilidade política, para as transformações que o Brasil precisa. Isso é algo a ser feito pelo PV e, espero, também pelos demais partidos.
Essa não é a bandeira do PV?
Transformar a bandeira da sustentabilidade em bandeira de um só partido é a senha para torná-la inviável. Se alguém tentar aprisionar esse desafio de forma exclusivista é porque não leu adequadamente o que está acontecendo no mundo, com o grande desafio das mudanças climáticas. Acho que podemos estabelecer pontos programáticos entre os partidos.
A senhora já disse que sua campanha foi carregada por forças vivas da sociedade. Acha que os partidos estão preparados para dialogar com essas forças?Os partidos precisam se atualizar. E não estou falando apenas da estrutura formal. Falo principalmente da superestrutura, da necessidade de discutir política, propostas, projetos. A maioria dos partidos, e o PT não é diferente, adotou modelos convencionais e hoje discute o poder pelo poder. O debate em torno de ideias e propostas, que deveria alavancar o processo, como o motor de popa do barco, vai se tornando cada vez mais secundário. O que fica na popa é a disputa pelo poder. A discussão programática para esses partidos é apenas a cenoura que está na frente, na proa.
O PV passa por um processo de debate sobre reestruturação e democratização interna.
O grande desafio do PV é se atualizar e fazer jus ao que experimentamos na campanha, com a mobilização da sociedade por uma nova forma de fazer política. E não há forma nova que não seja radicalmente democrática. O movimento por democratização acontece porque política é como o vinho novo, que não pode estar em odre velho.A senhora fará parte do bloco de oposição ao governo?
As pessoas estão cansadas da ideia de oposição por oposição e situação por situação. Querem ver oposição àquilo que devemos nos opor, como a corrupção, mau uso do dinheiro público, exclusivismos, falta de democracia. Mas também querem apoio às boas políticas para a saúde, educação, segurança, meio ambiente, assim como o aprofundamento da democracia - por meio de uma reforma política. Não se alcança convergência em tudo, mas é possível encontros a partir de princípios éticos e valores duradouros.
Como avalia o início do governo Dilma?
É cedo para avaliações. A presidenta, como ela gosta de ser chamada, está no começo. Boa parte das ações já estava em curso e parte da equipe veio do governo anterior: algumas peças do xadrez trocaram de lugar, mas são as mesmas. Temos que dar um tempo para ela firmar seu estilo, botar sua equipe em campo. Sinceramente, estou torcendo para que dê certo. Não vou olhar com miopia para o que foi dito na eleição.
Como viu a prioridade que ela deu à erradicação da pobreza?
É um grande desafio e espero que seja levado a cabo. Eu acho que o grande esforço deve ser para fazer a transição do Bolsa Família para o que eu chamo de programas sociais de terceira geração, com inclusão produtiva, bem suportada por programas de educação.
A senhora já cobrou mais iniciativa no debate sobre o projeto de lei de mudança do Código Florestal apresentado pelo deputado Aldo Rebelo (PC do B).
O projeto é um retrocesso inominável. Gostaria que governo fizesse um debate semelhante ao que fizemos am relação à lei de gestão de florestas públicas, envolvendo empresas, ONGs, comunidade científica, setores do governo. No final, o projeto de lei enviado ao Congresso enfrentou pouca resistência.
Como ignorar a campanha do agronegócio, capitaneado pela senadora Kátia Abreu (DEM), a favor do projeto?
Existem agronegócios e agronegócios. Tem um pessoal fazendo um movimento interessante, fora da velha agenda reativa dos que querem debelar conquistas da Constituição de 1988. Durante a campanha conversei com o Marcos Jank, da Unica (União da Indústria da Cana-de-açúcar), e senti abertura para um diálogo propositivo. É preciso abrir espaço para essas novas lideranças. 

Tensão marca convívio entre grupo de Marina e 'velho PV'


AE - Agência Estado
Antes de Marina Silva filiar-se ao PV, no ano passado, ficaram acertadas duas mudanças internas com a cúpula do partido. A primeira seria a reformulação do programa, o que aconteceu antes da eleição, com o intuito de destacar a questão da sustentabilidade como eixo de ação política. A segunda, que seria a reestruturação interna, com o objetivo de democratizar a vida partidária, ainda não aconteceu e está provocando mal-estar entre as duas principais forças do PV.
De um lado, pessoas ligadas ao grupo que desembarcou no partido com Marina identificam lentidão e desinteresse no encaminhamento das mudanças. Querem aproveitar o sucesso eleitoral do ano passado para promover filiações e desencadear um processo de renovação dos cargos de direção - destinado a estancar um resistente fisiologismo partidário, principalmente nos Estados. Na outra ponta, militantes próximos ao presidente verde, deputado José Luiz Penna (SP), veem precipitação nas propostas de democratização e dizem temer que o partido afunde no assembleísmo.
Uma das formas encontradas para reduzir a tensão será um seminário sobre democracia partidária, organizado pela Fundação Verde Herbert Daniel, vinculada ao partido. A data ainda não foi definida, mas o evento deve ocorrer até o fim de março, antecedendo o palco decisivo, a convenção nacional, prevista para alguma data entre maio e junho.
As lideranças do partido negam o mal-estar. "Não existe tensão. Tudo aponta para o mesmo rumo. As diferenças são apenas de metodologia", diz Penna.
Marina quer o arejamento da estrutura, na qual a maior parte dos diretórios estaduais são escolhidos diretamente pela presidência nacional e se eternizam no posto. Mas admite que as mudanças não podiam ser feitas no ano passado por causa das eleições. Ela também ameniza o tom do debate ao afirmar que sem a legenda do PV não teria os votos que teve. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. 
Fonte: ESTADÃO

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Marina Silva diz ter optado por "interação viva" na campanha

A inovação na política, segundo Marina Silva, passa pelo uso de mídias sociais no contato dos governantes com o público
Foto: Fernando Borges/Terra

Ana Brambilla
Direto de São Paulo
Um ano depois de ter passado por um "batismo digital" na Campus Party, a ex-candidata à Presidência da República Marina Silva volta ao Centro de Exposições Imigrantes, local do evento de tecnologia, para fazer um balanço do uso das mídias sociais em sua campanha.
Acompanhada pelo estrategista de mídias digitais Caio Túlio Costa, que participou de sua caminhada eleitoral, Marina iniciou a fala lembrando da desvantagem que tinha no tempo de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão em relação a José Serra e Dilma Rousseff. Essa desvantagem, segundo a ex-candidata do PV, também se refletia na infraestrutura financeira, o que levou a uma exploração efetiva dos meios de produção de conteúdo colaborativo no ciberespaço.
No início da campanha, em 6 de julho de 2010, o movimento Marina Silva contava com 30 mil colaboradores que somavam prática no uso de ferramentas digitais comunicacionais. Isto teria auxiliado, segundo a ambientalista, a chegar à marca de quase 20 milhões de votos no primeiro turno.
"Fizemos a opção por uma interação viva com as pessoas, não que as mídias sociais fossem espaços apenas para falar, para fazer propaganda, mas para ter um diálogo de verdade", diz a ex-candidata. Marina afirma que, no Twitter, por exemplo, a fala sempre foi dela própria. "Outra opção foi de que nunca fosse outra pessoa. Quando era a minha equipe que digitava, isso era dito", afirma.
A inovação na política, segundo Marina Silva, passa pelo uso de mídias sociais no contato dos governantes com o público. "É possível ser inovador na política, mas não adianta ser só por um pouco tempo e, depois, ser conservador outra vez", diz.
A visão de Marina em relação às mídias sociais e, especialmente, ao Twitter é de uma mídia que ainda pode crescer. "Mostramos a força de uma ferramenta que está só começando."
Para o comunicador Caio Túlio Costa, o que diferenciou a campanha de Marina nas redes sociais foi a existência de uma causa muito comum aos jovens, que estão fortemente presentes nestes espaços colaborativos.
Marina reforça este entendimento ao afirmar que a causa ambientalista é tão atual quanto a força das mídias digitais. Para isso, a ex-candidata cita Vitor Hugo ao dizer que a internet, assim como o meio ambiente, é uma "ideia cujo tempo chegou".
Marina cita o pensador Victor Hugo: participamos de uma ideia cujo tempo chegou - isso é a internet pra ela. Meio ambiente também é uma ideia cujo tempo chegou.
Ao final do debate, Marina Silva alcançou o topo dos Trending Topics brasileiros e chegou ao quinto lugar na lista dos assuntos mais comentados no Twitter no mundo inteiro.
Campus Party Brasil 2011Nascida na Europa, em 1997, a Campus Party é um dos maiores eventos de tecnologia, entretenimento e cultura digital do mundo que, em 2011, chega a sua quarta edição brasileira. Além do Brasil, são tradicionais os encontros realizados na Espanha, na Colômbia e no México. A Campus Party Brasil acontece de 17 a 23 de janeiro, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo (SP).
Para este ano, são esperados mais de 6,8 mil participantes - ou campuseiros - sendo que dentre esses, mais de 4,5 mil ficam acampados no local. Além de atividades como oficinas e exposições, a Campus Party Brasil 2011 terá inúmeras palestras. Entre os confirmados, estão o ex-vice-presidente dos EUA, Al Gore, Tim Berners-Lee, pai da "WWW", e Jon Maddog Hall, presidente da Linux International, e muitos outros.
Veja as fotos

Redação Terra

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Marina Silva completa 53 anos e agradece 'twittaço' de parabéns



A ex-senadora Marina Silva (PV) completou 53 anos nesta terça-feira e agradeceu aos no Twitter os parabéns que recebeu. Os internautas que usam o microblog organizaram um "twittaço" para parabenizar a política."Fiquei muito feliz com o twittaço de aniversário. Abastece o coração receber tantas manifestações de carinho. Obrigado a todas e a todos", tuitou. Logo em seguida ela voltou a agradecer: "Dos meus 53 fevereiros, 53 obrigada a todas e a todas".Marina se candidatou à Presidência da República nas eleições do ano passado e recebeu 16% no primeiro turno, número que foi responsável por levar a disputa a uma segunda fase. A forma como seus eleitores se multiplicaram em poucas semanas foi um dos grandes destaques do pleito. Após o término de seu mandato no Senado, Marina afirmou, também em sua página do microblog, que vai continuar trabalhando com questões ambientais. "Hoje é meu primeiro dia sem mandato. Agora, vou me dedicar à educação e à mobilização para e pela sustentabilidade", escreveu.
Fonte:SRZD

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Marina Silva rouba a atenção no 4º dia do São Paulo Fashion Week

A senadora e ex-candidata à Presidência Marina Silva roubou a atenção nesta segunda-feira no quarto dia do São Paulo Fashion Week, ao comparecer ao evento com uma túnica elaborada por indígenas da tribo amazônica Ashaninka, na fronteira do Brasil com o Peru.

A militante do Partido Verde (PV), que acompanhou os desfiles do estilista Ronaldo Fraga, assinalou a jornalistas que vestir a peça elaborada pelos indígenas do Amazonas "é uma honra muito grande".

"Para homenagear a moda brasileira, nada melhor que um traje indígena", acrescentou Marina Silva, que explicou que a túnica, que recebeu há dez anos quando visitou a tribo, se chama "cusma" e o tecido é pintado com uma tinta extraída da árvore conhecida como Cumarú.

A ex-ministra do Meio Ambiente também usou um colar feito por ela própria.

A política destacou o trabalho de Ronaldo Fraga, cujos acessórios foram elaborados com raízes brasileiras.

Ao ser comparada com celebridades que visitam o evento, como Paris Hilton, Cristina Aguilera, Ashton Kutcher e sua esposa, Demi Moore, Marina se limitou a comentar é apenas "mais uma admiradora da arte".

Nos desfiles desta segunda-feira, a grife Huis Clos abriu a jornada de desfiles com sua proposta de sobriedade, na qual destacou o "universo feminino" com um ar esportivo e seu enigmático e complexo mundo.

O esperado desfile da marca Maria Bonita, assinado pela estilista Danielle Jensen, apresentou uma proposta de outono-inverno sob o tema "Construção", inspirado em Brasília, abusando de uma série de variados acessórios como bolsas e chapéus.


Fonte: TERRA

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Senadora quer tornar imprescritível crime de desvio de verbas

Estariam enquadrados servidores, autoridades e também terceiros contratados pelo Estado

Agência Senado

A senadora Marina Silva (PV-AC) apresentou uma proposta para que a Lei de Improbidade Administrativa sofra mudanças e passe a punir com maior rigor as pessoas envolvidas em desvio de verbas públicas.

O projeto, que tramita atualmente na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), torna imprescritível a ação motivada por lesão ao patrimônio público ou enriquecimento ilícito de servidores, autoridades e também de terceiros contratados pelo Estado.

Segundo Marina, a ideia de endurecer o combate à corrupção na administração pública partiu de projeto elaborado, em 2001, pelo então senador pelo Ceará Lúcio Alcântara. Como foi arquivada sem ter sido analisada pelo Senado, ela decidiu atualizar e reapresentar a proposta no final de 2010.

O projeto amplia para dez anos os prazos das punições previstas para os fraudadores. Atualmente, a suspensão dos direitos políticos dos condenados por improbidade dura de cinco a oito anos e as proibições de contratação com o poder público e de recebimento de incentivos fiscais duram cinco anos.

Além disso, a proposta reúne três grupos de alterações à Lei de Improbidade Administrativa. O primeiro alvo é a contratação de serviços externos desnecessários ou destinados a beneficiar determinados servidores, reprimindo pagamentos indevidos por esses serviços.

O segundo foco é reforçar a exigência de apresentação de declaração de bens pelos agentes públicos. O projeto determina a exigência de apresentação de dívidas e ônus reais do declarante e seus dependentes, além da variação patrimonial --com a indicação da origem dos respectivos recursos-- ocorrida durante o mandato ou exercício do cargo público.

Por fim, o projeto de Marina promove ajustes no processo de investigação e julgamento dos atos de improbidade. A intenção é imprimir maior eficiência, eficácia e agilidade a esses procedimentos, de modo a tornar mais efetivo o ressarcimento de prejuízos aos cofres públicos.

Uma medida nesse sentido é a decretação, por meio de liminar judicial, da indisponibilidade e do sequestro de bens de quem enriqueceu às custas do erário.

Fonte:gazetaweb

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Marina Silva terá instituto com foco em evangélicos

A ex-presidenciável Marina Silva (PV) prepara o lançamento de um instituto com seu nome, dedicado a ações de educação ambiental e formação política.

Ela disse a aliados que a entidade terá foco no público evangélico, uma de suas principais bases eleitorais na campanha do ano passado.

O projeto é tratado internamente como uma espécie de ponto de partida na construção de uma nova candidatura ao Planalto em 2014.

A intenção da verde, segundo aliados, é usar a ONG para "politizar" fiéis e se manter em evidência no segmento evangélico, que já representa 25% dos brasileiros.

Como o mandato dela no Senado termina dia 31, o plano é acelerar a criação do instituto para evitar um afastamento dos eleitores.

O Instituto Marina Silva terá sede em Brasília, onde ela continuará a morar com a família após entregar as chaves do apartamento funcional.

Pastores que se engajaram na campanha de 2010 e não têm vínculos com o PV devem ser convidados para colaborar com a entidade.

O instituto também vai abrigar os assessores mais próximos, que perderão os cargos no Senado, e parte da equipe que atuou na campanha e continua a trabalhar para Marina nas áreas de comunicação e internet.

DISCURSO

Segundo interlocutores, a senadora quer investir na formação política dos evangélicos, que considera alijados do mundo partidário. Como na campanha, ela deve usar trechos bíblicos para difundir seu discurso ecológico.

Marina foi a única evangélica a disputar a Presidência ano passado. Defendeu bandeiras alinhadas às igrejas, como a oposição ao aborto e ao casamento gay, mas pregou a tolerância e o combate à discriminação religiosa.

Ela pretende se afirmar como uma referência "progressista" no meio religioso, em contraposição a líderes conservadores como o pastor Silas Malafaia, que apoiou José Serra (PSDB).

Além da nova ONG, a senadora também voltará a presidir o IDS (Instituto Democracia e Sustentabilidade), com sede em São Paulo. A entidade reúne intelectuais que apoiaram sua candidatura, como José Eli da Veiga e Luiz Eduardo Soares.

À reportagem Marina confirmou a criação do novo instituto, mas disse que seu formato ainda será definido e que ele não terá fins eleitorais.

Ela afirmou que os evangélicos não serão tratados de forma diferente dos adeptos de outras crenças. "Vou ter foco em várias frentes."

CFSP



FONTE: AGÊNCIA DE NOTÍCIAS Jornal Floripa


Marina Silva propõe plano nacional de prevenção e enfrentamento de desastres ambientais

Ao lembrar o combate ao desmatamento feito na época em que foi ministra do Meio Ambiente, Marina se emocionou. "Eu, amanhã, não serei mais senadora. A minha emoção é pela causa. Tomem essa que é a causa do século"


A autora do requerimento de convocação da Comissão Representativa do Congresso Nacional, senadora Marina Silva (PV-AC), emocionou-se na quinta-feira, 20, ao falar das vítimas mortas nas enchentes que assolam a Região Sudeste. Segundo ela, o Brasil precisa de um plano nacional de prevenção e enfrentamento de desastres ambientais a ser coordenado pela Casa Civil da Presidência da República.

"Ele tem de ser montado com medidas estruturantes que passam pelo ordenamento territorial e fundiário das áreas urbanas. Além de uma rede de alerta emergencial, essas medidas estruturantes incluiriam a retirada das pessoas das áreas de risco, a criação de "piscinões", encostas e galerias, e isso custará bilhões", previu.

De acordo com ela, catástrofes ambientais ocorrem quando eventos extremos da natureza são associados à omissão do poder público, o despreparo da população e às condições de vulnerabilidade e imprevisibilidade do meio ambiente. Marina pediu o debate com profundidade e compromisso sobre essa tragédia e avaliou como "grande iniciativa" o sistema nacional de alerta proposto na reunião.

Segundo Marina, já foram gastos no socorro e assistência R$ 2,3 bilhões. Em prevenção, foram gastos R$ 167 milhões. "Nós temos de inverter, gastar mais em prevenção e menos quando o leite já estiver derramado", afirmou.

Ao lembrar o combate ao desmatamento feito na época em que foi ministra do Meio Ambiente, Marina se emocionou:

"Eu, amanhã, não serei mais senadora. A minha emoção é pela causa. Tomem essa que é a causa do século. É por ela que eu estou aqui e por ela saí candidata à presidência da República. Porque ela vai ceifar milhões e bilhões de seres humanos se nós a continuarmos tratando como se fosse causa de ambientalistas. Ela é uma causa econômica e social, e é grave. Isso não é um problema de ambientalista, é de economista, de geólogo, de governos, de empresas, de sociedade e de todo o mundo", frisou.

Agência Senado


FONTE: O POVO online

Fora do Senado, Marina quer vida discreta de palestrante

DAIENE CARDOSO - Agência Estado

Após 16 anos de Senado e quase 20 milhões de votos recebidos na disputa presidencial do ano passado, a senadora Marina Silva (PV-AC) quer voltar para a "discrição" da vida de cidadã comum. Com oito convites de universidades americanas e europeias para dar palestras, a ex-seringueira conta com o apoio de colaboradores próximos para criar o Instituto Marina Silva, pretende ainda terminar sua especialização em Psicopedagogia e trabalhar na reestruturação do PV.

"O Instituto Marina Silva é algo para começar a vida. Lembra daquela história da tenda do Gandhi, onde ele ficava debaixo dos paninhos? O Instituto será a minha tenda, não tem nada de pomposo e de grandes recursos", conta a senadora, quando falta pouco mais de uma semana para deixar o Senado. Embora sempre tenha recebido propostas para dar palestras no exterior, será a primeira vez que a ex-candidata à Presidência da República vai cobrar por sua participação, uma vez que até então exercia cargos públicos e não se sentia à vontade para aceitar uma remuneração.

Um dos convites veio da Massachusetts Institute of Technology (MIT), mas ela ainda não confirmou se irá. "Obviamente que uma parte do meu tempo é para a militância socioambiental e política. Uma outra parte vou ter que ter uma forma de me remunerar", disse, sem revelar quanto pretende cobrar por palestra. "Nem sei como é que funciona isso, mas certamente será uma remuneração justa".

Marina vem sendo questionada sobre as chances de se candidatar em 2012 já que, após seu desempenho na eleição presidencial, seria, em tese, relativamente fácil ganhar uma disputa municipal. "Graças a Deus não me sinto tentada. Talvez qualquer pessoa com 20 milhões de votos não estaria dizendo que vai ficar debaixo de uma tenda semelhante ao Gandhi. É uma escolha, não é simplesmente pelo espaço do poder", justificou, ao defender que o PV tenha candidaturas regionais "densas" no ano que vem. "Quero que tenhamos boas alternativas, não precisa ser eu. Havia em 2006 uma pressão muito forte para que eu fosse candidata (ao governo) no Acre e eu sabia que tinha pessoas melhores que eu", afirmou. "Sou eleitora do Acre, sou da Amazônia e vou continuar desse jeito", reforçou.

No Instituto Marina Silva (IMS), que deverá ocupar a partir de fevereiro uma "salinha discreta" em Brasília, a senadora pretende reunir o acervo de 30 anos de militância política. "Todo mundo espera acumular algo na vida para deixar um legado e contribuir para um mundo melhor", disse. Marina conta que ainda não há definição sobre outros focos de atuação. Além do IMS, Marina continuará participando do Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS), uma associação civil e apartidária criada em outubro de 2009. "Meu espaço (no cenário político) será cada vez mais discreto", disse.

Reestruturação do PV

Fora do Senado, Marina quer concentrar seus esforços na reestruturação do PV, de modo que a legenda consiga se consolidar nacionalmente como terceira via, se contrapondo ao PT e PSDB. "O desafio é fazer jus a isso que a sociedade sinalizou (na última eleição presidencial). A sociedade quer uma nova forma de fazer política, quer um processo aberto e transparente, sem as velhas estruturas feudais. É para isso que vou me mobilizar", afirmou.

Segundo a senadora, é preciso que o partido aprenda a "agir em rede", ouvindo os segmentos sociais, e que absorva as boas experiências de outros partidos. "Eleição e partido não são os mais importantes. O projeto alternativo de desenvolvimento integrado se faz com os diferentes segmentos da sociedade", teorizou. Por isso, Marina se diz orgulhosa de saber que as Casas de Marina (antigos comitês domiciliares de campanha) continuarão existindo, agora voltadas para ações sociais. "Mesmo depois da eleição as pessoas querem manter as Casas de Marina associadas à causa. Isso é muito mais do que pensar em eleição. A eleição acabou, mas a causa vai continuar", afirmou.

Sobre sua relação com o público evangélico, Marina negou que pretenda dar uma atenção especial ao segmento, mas ressaltou que continuará os trabalhos de base que realiza há 13 anos com evangélicos. "Não vou fazer uso instrumental da minha fé, nunca fiz. Não vou fazer uso eleitoral da minha religião, nunca fiz. O que eu não posso é não fazer aquilo que eu acho que tem que ser feito, que é contribuir para a cidadania política dos brasileiros, e a comunidade evangélica é também de brasileiros".

Herdeiros no Congresso

Principal voz da causa ambientalista nos últimos anos no Congresso Nacional, Marina diz que não deixará "herdeiros de um espólio", mas que conta com a atuação de velhos aliados que continuarão na Casa. "A minha pequena contribuição nesses 16 anos eu quero que fique viva e que dê muitos ramos. Que o Cristovam (Buarque), o(Eduardo) Suplicy, o Jorge (Viana) e que outras pessoas possam olhar para essas causas com um olhar integrado. Se você faz algo que tenha alguma relevância, com certeza não ficará com um, ficará com todos", disse. "Alguns terão, talvez por vínculos, uma responsabilidade maior e o Jorge com certeza estará nesse lugar. Mas espero que não seja um espólio, que seja algo vivo", completou.

Fonte: ESTADÃO

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Congresso analisa dia 20 liberação de recursos para o Rio

Carro fica dentro da lama após as chuvas em Nova Friburgo, na região serrana do Rio

Foto: Reinaldo Marques/Terra


A Comissão Representativa do Congresso tem reunião marcada para a próxima quinta-feira, dia 20, para discutir iniciativas que possam ajudar as vítimas das chuvas do Rio de Janeiro. A convocação foi feita pelo presidente do Congresso e do Senado, José Sarney (PMDB-AP), em consenso com o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS). A finalidade é analisar a Medida Provisória (MP) do governo que libera R$ 780 milhões para a execução de obras emergências nas cidades da região serrana fluminense.

A Secretaria-Geral do Senado está contatando por telefone os gabinetes dos parlamentares para que compareçam no Congresso no dia 20. Em nota, Sarney informou também que atendeu ao requerimento da senadora Marina Silva (PV-AC), para que seja aberta "uma ampla discussão" entre os senadores sobre como apoiar os governos federal, estaduais e municipais em programas e ações de prevenção de inundações e "outros efeitos danosos resultantes da mudança climática".

O Congresso tem uma comissão mista estabelecida, que não promoveu qualquer reunião em 2010, para avaliar especificamente os efeitos das mudanças climáticas e programas de ações propostas pelos deputados e senadores.

Indicada para a liderança do governo no Congresso, a então presidente da comissão, senadora Ideli Salvatti (PT-SC), hoje ministra da Aquicultura e Pesca, pediu afastamento do cargo. A comissão tentou sem sucesso, no início de 2010, marcar uma reunião para eleger um novo presidente. A última audiência pública ocorreu em novembro de 2009.

Chuvas na região serrana
As fortes chuvas que atingiram os municípios da região serrana do Rio nos dias 11 e 12 de janeiro provocaram enchentes e inúmeros deslizamentos de terra. As cidades mais atingidas são Teresópolis, Nova Friburgo, Petrópolis, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), choveu cerca de 300 mm em 24 horas na região.

Veja onde foram registradas as mortes:

Agência Brasil
Fonte: TERRA

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Heloísa Helena cria perfil no Twitter

Vereadora de Maceió pelo PSOL, ela discordou do partido na eleição de 2010

Do R7
Após meses de “ostracismo”, a ex-senadora Heloísa Helena (PSOL) criou uma conta no Twitter, segundo confirmou sua assessoria nesta quinta-feira (13).

Heloísa Helena, que cumpre mandato como vereadora de Maceió (AL), passou toda a campanha de 2010 praticamente isolada, depois de discordar de seu partido, que lançou a candidatura de Plínio de Arruda Sampaio à Presidência. Em outubro, ela deixou a presidência da legenda.

A ex-senadora, que disputou a Presidência em 2006 e ficou em terceiro lugar, defendia que o PSOL apoiasse a candidatura de Marina Silva (PV).

Em suas mensagens na rede social, a vereadora promete informar seus seguidores sobre os trabalhos na Câmara Municipal. Heloísa Helena tem a ajuda de dois auxiliares para atualizar sua página na rede de microblogs.