sexta-feira, 11 de junho de 2010
Mato Grosso presente na Convenção Nacional do PV em Brasília
Foto: Paulo Geovane
Pré-Candidato a Senador Naildo Lopes, Adv.Lúcélio Costa, Candidato um vice-Presidente da República Guilherme Leal, Vice-Presidente Municipal do PV Mulher Cuiabá / membra da Executiva Estadual / Secretaria da Comunicação Nilza Martins e Archimedes Neto Secretario do Meio Ambiente de Cuiabá.
PV Mulher apresenta diretrizes na convenção nacional
Diretrizes Programáticas das Mulheres do Partido Verde
Mara Prado
Comunicação
Por iniciativa da Secretária Nacional da Mulher, Regina Gonçalves, as Secretárias Estaduais reuniram-se em Brasília no dia 09/06/2010 e juntas discutiram a realidade das mulheres brasileiras apresentando propostas a serem amadurecidas e incluídas em nosso Programa de Governo. Estavam presentes as secretárias Ana Elisa Prates do Rio Grande do Sul, Patrícia Paula da Silva Alves do Amazonas, Maria Isabel Correa do Paraná, Maria do Socorro Albino do Rio Grande do Norte, Maria do Socorro Catanhede de Pernambuco, Laura Beleza Rocha de Minas Gerais, Marina Agustinho Azevedo de Espírito Santo, Renata Fortes Fernandes do Distrito Federal, Adelaide Braga do Ceará, Jacqueline Vieira Silva Meira de Goiás, Marlene Mateus do Nascimento do Pará, Edna de França Ferreira da Bahia, Poliana Gatinho do Maranhão, Taciana Amorim Menezes de Alagoas, Claudia Rodrigues da Silva de Sergipe, Edna Martins de São Paulo, Zelinda Maria Santos Abdala de Rondônia, Nena Duppre do Rio de Janeiro, além da socióloga Anna Maria Caldas, Luize,Mara Prado e Roberta Moreno
A condição de vida das mulheres brasileiras, considerando os avanços do século passado, ainda apresenta sérios problemas a serem enfrentados em pleno século XXI. Atualmente, ainda vivemos com a precarização do trabalho, a dupla jornada, a desigualdade salarial, os assédios sexual e moral, e a invisibilidade da pluriatividade de tarefas desenvolvidas pelas mulheres que resulta, enfim, numa “economia da sobrevivência” .
No âmbito da educação embora as mulheres apresentem maiores índices de escolarização se comparadas aos homens; entre elas existem diferenças tais como de raça, etnia, região e classe social. Além de persistir no sistema educacional uma educação sexista e discriminatória.
Em relação à saúde, as mulheres são as maiores usuárias do SUS, portanto são as primeiras a sentir o efeito da precariedade no atendimento e da ausência de políticas públicas nessa área. As mulheres são acometidas por diversas doenças e morrem de complicações do parto, de câncer de mama e útero, de doenças sexualmente transmissíveis. Sobretudo, por sua condição social desfavorável, apresentam maiores índices de estresse, ansiedade e depressão.
A Violência contra a mulher continua tendo caráter epidêmico e, apesar da lei Maria da Penha e de algumas políticas públicas construídas continuam morrendo vítimas de atrocidades.
No que diz respeito à participação política das mulheres, há uma sub-representação que é alimentada por estruturas partidárias machistas e por um imaginário que atribui papéis sociais distintos aos gêneros.
Feitas tais considerações a mudança na vida das mulheres só será possível através de uma parceria entre homens e mulheres imbuídos de uma vontade política de transformação dessa realidade. O Partido Verde tem as condições de ser protagonista nessa transformação na medida em que defende o Desenvolvimento Sustentável e, como tal, o desenvolvimento é um processo multidimensional, portanto inclusivo.
Enquanto a questão das relações sociais de gênero permanecer um tipo de anexo obrigatório em nome do politicamente correto nos discursos sobre o desenvolvimento, essa situação prevalecerá.Precisamos de uma visão diferente de desenvolvimento e para isso, talvez, seja necessário defendermos a idéia de uma “ação afirmativa do privado. “
As Secretárias da Mulher do PV, representando 17 estados brasileiros, além do Distrito Federal, constituíram um grupo de trabalho para sistematizar as propostas discutidas e apresentá-las ao conjunto do partido. Além disso, nesse contexto de eleições, afirmaram seu compromisso com a candidatura de Marina Silva que nos representa efetivamente. Desta forma aprovou-se a criação de uma rede feminina de apoio à campanha Marina Presidente, criando comitês domiciliares pró Marina.
Aproveitando o chamamento de nossa candidata, vamos disseminar a campanha “Seja mais uma e seremos milhões”
Mara Prado
Comunicação
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Marina Silva prega um novo estilo de governar
Catarina Alencastro; Reuters

Fonte: O GLOBO

BRASÍLIA - Em um discurso emocionado, a candidata do PV à Presidência, Marina Silva, elogiou os dois últimos governos, especialmente o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas disse que é hora de partir para uma nova política e uma nova forma de governar avançando nas conquistas já feitas. Ela abriu seu discurso dizendo querer ser a "primeira mulher negra de origem pobre" a ocupar o Palácio do Planalto.
- Saímos da cesta básica, fomos para um bom programa de geração de renda. Agora, vamos sair de um Estado provedor para um Estado mobilizador. Não é fazer para os pobres, mas com os pobres - afirmou.
Marina convocou os brasileiros a votar de acordo com suas próprias convicções:
- Não vamos aceitar o veredicto do plebiscito. Ele vai ser revogado pelo povo brasileiro.
Marina, em terceiro lugar nas pesquisas, reafirmou seu compromisso com o desenvolvimento sustentável e a manutenção da estabilidade econômica. Vestida com suas costumeiras roupas simples e sóbrias, Marina destacou que o país ainda precisa corrigir erros.
Durante o evento, o partido também oficializou a indicação para a vaga de vice na chapa do empresário Guilherme Leal, fundador e copresidente licenciado do Conselho de Administração da Natura.
"Temos ainda um país que dilapida o seu imenso patrimônio natural", afirmou a candidata em um discurso pontuado com emoção por passagens de sua dura história de vida.
Ex-ministra do Meio Ambiente, ela citou ainda a desigualdade de oportunidades entre pessoas ricas e pobres, a inexistência de uma educação de qualidade que alavanque a economia e a inovação tecnológica e a falta de infraestrutura e segurança nas cidades. Marina também defendeu o que chamou de "programas sociais de terceira geração", os quais, além de reduzir as desigualdades sociais, potencializariam a criação de oportunidades de empregos para os assistidos.
Pela manhã, foi apresentada a plataforma de governo de Marina, que tem como lema: "Juntos pelo Brasil que queremos". A ideia do PV é aprovar o plano nesta quinta-feira e deixá-lo sob consulta pública na internet, para receber sugestões. No texto, o partido reconhece os avanços que o país conquistou nos últimos anos, mas observa que muitos desequilíbrios foram criados.O partido também fixou o limite de gastos para a campanha em R$ 90 milhões.
"A falta de investimento estratégico em educação, inovação, infraestrutura e na conservação dos recursos naturais - que são a base fundamental de nossa prosperidade - compromete o nosso desenvolvimento. Tudo isso mostra que o processo em curso não é sustentável e não assegura um bom futuro para as próximas gerações", diz o documento.
Em busca de mais uma superação
Franzina e de fala mansa, Marina driblou a pobreza nos seringais do Acre, enganou a morte - que levou dois de seus dez irmãos - depois de vencer cinco malárias, três hepatites, a leishmaniose e a contaminação por mercúrio causada pelo tratamento da doença. A hoje presidenciável passou pela Câmara de Vereadores de Rio Branco e pela Assembleia Legislativa do Acre, pelo Senado e pelo Ministério do Meio Ambiente de Lula.
Marina ajudou a incluir assuntos como biodiversidade e desenvolvimento sustentável na pauta nacional. Deixou o ministério em maio de 2008, depois de duelo com os então ministros Dilma Rousseff e Mangabeira Unger por causa dos licenciamentos ambientais. Em 2009, deixou o PT e filiou-se ao PV.
Convenção do Partido Verde
O presidente nacional do PV, Luiz França Penna fala aos convencionais explicando a importância desse momento e o sentido a candidatura Marina Silva e Guilherme Leal. No evento, realizado no espaço Brasil 21, em Brasília, estiveram ao lado de Marina o vice Guilherme Leal, o presidente da legenda no Rio e candidato a deputado federal, Alfredo Sirkis, além de celebridades como o teólogo Leonardo Boff e o escritor Thiago de Mello.O Partido Verde (PV) homologou, na quinta-feira (10), a candidatura de Marina Silva à presidência da República.
Todos juntos pelo Brasil que queremos
Postado em 10/06/2010 por Equipe Marina
Categoria(s): Geral
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Saiba aqui como assistir ao vivo a Convenção do PV e baixar a plataforma de campanha.
Hoje, 10 de junho, o Partido Verde oferece oficialmente à sociedade brasileira um caminho para construir um país justo e sustentável preparado para enfrentar com vigor os desafios do século 21, marcado nestes anos iniciais por um processo global sem precedentes de crise econômica, social e ambiental.
Representantes do PV de todo o Brasil vão se reunir em Convenção Nacional para aclamar a chapa para a Presidência da República, formada pela principal líder do movimento socioambiental do Brasil, a senadora Marina Silva (AC), e por uma das mais relevantes lideranças do empreendedorismo nacional, o empresário Guilherme Leal, um dos controladores da Natura Cosméticos.
A chapa Marina e Guilherme representa a integração de experiências distintas para a construção de um Brasil comprometido com o seu futuro _ela uma ex-seringueira que se alfabetizou aos 16 anos e tornou-se reconhecida mundialmente por sua luta pela preservação do meio ambiente; ele um filho da classe média paulista que se dedicou a construir uma empresa referência em responsabilidade socioambiental e inovação.
As histórias de Marina e Guilherme mostram que a educação é a porta de acesso a inúmeras oportunidades nas quais cada um pode realizar o melhor de suas capacidades. O Brasil do século 21, que quer superar em definitivo suas desigualdades, deve oferecer essa realidade a todos.
Os caminhos de Marina e Guilherme se cruzaram na concordância de que o desenvolvimento pelo desenvolvimento ameaça a vida no planeta. As mudanças climáticas assistidas nos últimos anos comprometem o futuro e o bem-estar das próximas gerações. É preciso construir um novo conceito de desenvolvimento que seja promovido no respeito às leis da natureza. É preciso fazer um pacto em favor da vida.
Marina e Guilherme são a diversidade brasileira, que nos torna um povo distinto e admirado pelo mundo. Mulher e homem, negra e branco, nortista de sangue nordestino e paulista de ascendência européia, cabocla e urbano, Silva e Leal, seringal e indústria. Esse é o Brasil que, se valorizar suas riquezas naturais, pode se tornar a maior potência ambiental do mundo.
A construção deste Brasil justo, sustentável, democrático e forte economicamente não é uma tarefa apenas de Marina e Guilherme. O Brasil que queremos é uma tarefa de todos nós.
Convenção do PV oficializa candidatura de Marina Silva
Catarina Alencastro
BRASÍLIA - A convenção nacional do PV, que lança nesta quinta-feira a candidatura de Marina Silva à Presidência, começou há pouco no Centro de Convenções Brasil 21, em Brasília. As estrelas do evento só discursarão na parte da tarde. A expectativa é que a presidenciável e seu vice, Guilherme Leal, só falem após as 15h. Mas o local já começa a receber um grande número de pessoas. Na entrada do centro de convenções, um enorme boneco de Marina e uma banda animam os militantes verdes.
Agora na parte da manhã está sendo apresentada a plataforma de governo de Marina, que tem como lema: "Juntos pelo Brasil que queremos". A ideia do PV é aprovar o plano hoje e deixá-lo sob consulta pública na internet, para receber sugestões. No texto, o partido reconhece os avanços que o país conquistou nos últimos anos, mas observa que muitos desequilíbrios foram criados.
" A falta de investimento estratégico em educação, inovação, infraestrutura e na conservação dos recursos naturais - que são a base fundamental de nossa prosperidade - compromete o nosso desenvolvimento. Tudo isso mostra que o processo em curso não é sustentável e não assegura um bom futuro para as próximas gerações", diz o documento.
Para acessar, na íntegra, o programa de governo de Marina Silva, acesse o site http://www.minhamarina.org.br/blog/
Fonte:O GLOBO
BRASÍLIA - A convenção nacional do PV, que lança nesta quinta-feira a candidatura de Marina Silva à Presidência, começou há pouco no Centro de Convenções Brasil 21, em Brasília. As estrelas do evento só discursarão na parte da tarde. A expectativa é que a presidenciável e seu vice, Guilherme Leal, só falem após as 15h. Mas o local já começa a receber um grande número de pessoas. Na entrada do centro de convenções, um enorme boneco de Marina e uma banda animam os militantes verdes.
Agora na parte da manhã está sendo apresentada a plataforma de governo de Marina, que tem como lema: "Juntos pelo Brasil que queremos". A ideia do PV é aprovar o plano hoje e deixá-lo sob consulta pública na internet, para receber sugestões. No texto, o partido reconhece os avanços que o país conquistou nos últimos anos, mas observa que muitos desequilíbrios foram criados.
" A falta de investimento estratégico em educação, inovação, infraestrutura e na conservação dos recursos naturais - que são a base fundamental de nossa prosperidade - compromete o nosso desenvolvimento. Tudo isso mostra que o processo em curso não é sustentável e não assegura um bom futuro para as próximas gerações", diz o documento.
Para acessar, na íntegra, o programa de governo de Marina Silva, acesse o site http://www.minhamarina.org.br/blog/
Fonte:O GLOBO
terça-feira, 8 de junho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Para partidos, militância fará diferença nas eleições
WLADIMIR D'ANDRADE - Agência Estado
Durante meses os militantes políticos escutaram, debateram e levaram os anseios e as necessidades dos brasileiros das mais diferentes regiões para as cúpulas dos partidos. Daqui a cerca de um mês, esse movimento estará no sentido contrário: as legendas colocarão seus exércitos nas ruas para divulgar o nome e as propostas dos candidatos aos eleitores para tentar convencê-los de que seus indicados são os mais bem preparados para administrar o País. E é esse movimento, segundo avaliação dos próprios políticos, que poderá fazer a diferença nas urnas.
Os três partidos com candidatos mais bem posicionados nas pesquisas de intenção de voto - PT, PSDB e PV - são unânimes em apontar o papel fundamental de suas militâncias. "Para ganhar uma eleição é preciso que pessoas façam campanha. E o militante é quem defende as ideias do partido e que faz essas ideias chegarem aos simpatizantes", afirma André Régis, cientista político e responsável pelo programa do PSDB para a formação de lideranças tucanas, o Comunicar.
A mesma opinião tem Marco Antonio Mroz, um dos coordenadores nacionais da campanha da pré-candidata Marina Silva, do PV. "É a única maneira de fazer a diferença. Seria impossível atingir os 12% das intenções de voto que temos hoje sem a nossa militância. Não temos estrutura para isso tudo, nem dinheiro e nem tempo de TV", afirma.
Já o secretário Nacional de Comunicação do PT e deputado federal, André Vargas (PR), vai além. Para ele, esse exército de defensores é o que "dá vida" a uma legenda política. "Nossa estratégia central é basicamente fazer a ideia correr, fazê-las serem transmitidas. E esse é justamente o papel da militância", explica.
Cada partido ao longo de sua história formou militâncias com características diferentes. Para o cientista político Rubens Figueiredo, o PT tem uma militância concentrada nos grandes centros urbanos, aguerrida e muito bem preparada para discutir as bandeiras do partido. Já a militância tucana, no seu entender, se concentra basicamente na classe média e adota um perfil mais light. O PV tem um quadro mais novo, do século 21, com um discurso sofisticado, avalia Figueiredo, complementando que às vezes esse perfil não condiz com as preocupações do eleitorado mais pobre.
O cientista político do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Roberto Romano aprofunda esse retrato. De acordo com ele, a militância do PT é formada por três grupos fundamentais: os católicos progressistas, que operam nas paróquias e ONGs locais; os militantes tradicionais de esquerda, trotskistas e marxistas e os dissidentes, que podem dar apoio à pré-candidata Dilma Rousseff apenas num eventual segundo turno. "São pessoas que têm relação com deputados, prefeitos e outros políticos, sem o compromisso ideológico", explica.
Romano afirma que o PSDB não é conhecido como um partido de militância, apesar de ter um total de filiados muito próximo ao número do PT - 1,31 milhão e 1,39 milhão, respectivamente, de acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). "É composta basicamente pela classe média escolada que não tem a forma agressiva de militância do PT. São mais contidos", afirma. Para ele, a atuação dos tucanos tende a se dirigir a formas mais sofisticadas de militância, como redes sociais e blogs.
Entre tucanos e petistas, esclarece Romano, se encontra o PV, com 273 mil filiados segundo o site do TSE. "É um partido com uma militância de tradição liberal que hoje tem uma posição neutra." Porém, alerta de que à medida que o partido cresce - e a filiação de Marina Silva dá um novo impulso - a legenda amplia sua visão ideológica. "Hoje o PV está muito atrelado à causa ambiental", diz.
Marra
A assessora Miriam Hermógenes, que trabalha com um vereador do PT, é uma assídua militante desta legenda. Ela conta que se formou militante "na marra", no fim da década de 90, ao integrar a União dos Movimentos de Moradia (UMM). Em 2000 acabou se filiando ao PT e, logo depois, foi convidada a participar de trabalhos dentro da legenda. Hoje sua função é justamente fazer a ponte entre as ações e ideias dos movimentos em todo o Estado com o partido, ou seja, a intermediação entre a legenda e a sociedade. Segundo ela, trabalha para que o partido assuma as bandeiras debatidas por esses movimentos.
Essa aproximação do militante com o eleitor e deste com o partido não acontece somente em período eleitoral. São inúmeros eventos durante o ano em que o militante é instigado a discutir e defender as ideias da sigla. São debates, palestras, manifestações, encontros em instituições, grupos de trabalho e as mais diversas discussões para a solução de problemas que estão visíveis ou ainda latentes nas diversas regiões do País.
Esses programas, aliás, tomam boa parte da rotina dos membros - filiados ou não - dos partidos. É o caso de Roberta Moreno, que está há quatro anos no PV. Apaixonada pelas suas atividades políticas, ela define sua atuação como uma "doação". "(As atividades) consomem tempo da minha vida e dinheiro, que gasto para ir aos eventos e manifestações, mas as pessoas precisam entender que a política é uma oportunidade para fazermos parte de uma mudança de toda a sociedade", diz.
Buscar dentro desse engajamento melhorias para a sociedade também é a bandeira de Aparecida Almeida, militante que faz parte dos quadros de fundação do PSDB. Cidinha, como é chamada, hoje organiza o Tucanos de Fogo, grupo que se reúne uma vez por mês para uma confraternização entre os militantes da sigla e para discutir propostas políticas e pensar soluções para os diversos problemas do País. "Política para benefício próprio não vira", destaca.
Virtual
Apesar da força da militância numa campanha, Rubens Figueiredo alerta de que a vitória de um candidato nas urnas não está vinculada exclusivamente a esse trabalho de campo. Hoje as chamadas mídias de massa - rádio e televisão - atingem muito mais pessoas e têm papel fundamental num pleito, sobretudo no vasto território brasileiro. Além disso, o fenômeno e popularização da internet abriu espaço para um outro tipo de militância: a virtual.
Segundo Figueiredo, para isso é necessário fazer a equação do custo/benefício. "O que me parece é que a mídia digital diminuiu o custo da militância. Hoje, é possível atingir muita gente com pouco custo pessoal, de tempo e dinheiro, por meio do marketing viral, dos sites e, principalmente, das redes sociais", diz.
Os partidos estão atentos a essa nova ferramenta, tanto que André Vargas, do PT, afirma que a militância na internet fará o grande diferencial nesta eleição. Só na web, ele estima que poderá contar com cerca de cem mil participantes. "Estamos cadastrando, buscando contatos e procurando os militantes nos diretórios para que eles possam trabalhar online, assim como já vêm militando offline, para o debate político e a interação com o eleitor", explica.
"O mundo da internet revalorizou o papel do militante. E é preciso preparar essa pessoa para que ela saiba postar conteúdo, discutir propostas e interagir com o eleitor", afirma o tucano André Regis. "A internet multiplica as ações e não temos como segurar", complementa Mroz, do PV.
Na avaliação de Roberto Romano, contudo, apesar da força dessas novas ferramentas, é importante destacar que o militante tradicional tem um poder muito grande junto ao eleitorado, pois ele é capaz de, no boca-a-boca, traduzir o discurso nacional para a realidade local.
Fonte:ESTADÃO
domingo, 6 de junho de 2010
Indemnização de CO2
A exposição dos problemas climáticos na mídia e os sinais do aquecimento global, ainda que discretos, levaram diversos entes políticos do planeta, cientistas, empresas, além de parte da sociedade civil, a se mobilizarem no intuito de implantarem medidas para a contenção do aquecimento global, por meio da estabilização da concentração dos gases de efeito estufa (GEE).
Neste cenário, as medidas de incentivo para o desenvolvimento de práticas ambientalmente responsáveis não só aumentaram como a sociedade (nacional e internacional) passou a cobrar, tanto dos entes públicos como dos privados, o efetivo desenvolvimento de projetos e de práticas que contribuam, especialmente, com a redução de GEEs.
Para minimizar este impacto, diversas normas, entidades e organizações surgiram, criando bases confiáveis de informações e estabelecendo parâmetros mundiais para a resolução de problemas relacionados ao tema. Exemplos delas são o GHG Protocol, a série de normas ISO 14064 e a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC – United Nations Framework Convention on Climate Change).
Diversas mobilizações têm sido realizadas em todo o globo terrestre à procura de soluções ecoeficientes visando a desaceleração do Aquecimento Global. Dentre essas destacamos a Indemnização de CO2.
A Indemnização de CO2 é uma forma voluntária de compensar as emissões dos gases de efeito estufa produzidas por Ações Antrópicas. Idemnizar CO2 significa capturar da atmosfera CO2 acumulado que interfere no Aquecimento Global.
As árvores, durante seu crescimento, aproximadamente 20 anos, absorvem carbono da atmosfera através do processo de fotossíntese, fixando este carbono em suas biomassas.
A capacidade de estocagem de carbono nas árvores (incluindo raiz, solo e vegetação rasteira) varia significativamente de espécie para espécie, de acordo com o porte de cada tipo. Quanto maior for a espécie, maior será sua capacidade de armazenar carbono. No caso da Mata Atlântica, por exemplo, os cálculos de referência estimam uma capacidade média de 200 kg de gás carbônico por árvore, a partir da média de aproximadamente 70 espécies diferentes, como ipê, acácia, angico, embaúba e araucária.
A quantidade de CO2 emitida pelos combustíveis também varia em função do tipo e depende, basicamente, da quantidade de carbono presente em cada litro - quanto mais "pesado" for o combustível, mais carbono ele contém e, portanto, mais CO2 será emitido na sua queima. Desta forma, a quantidade de litros a ser compensada por cada árvore depende de todos estes fatores. Pela metodologia do IPCC para cálculos utiliza-se, a média de absorção por árvore de 180kg de CO2. Portanto, para a compensação das emissões de CO2 e realizado o plantio de árvores.
Fisico MsC. Jorge Soares de Almeida
Auditor, Consultor do IMEQ/INEMTRO – MT
Consultor do SEBRAE – MT em Compensação de CO2
Diretor Presidente - ECO – Assessoria e Consultoria Ambiental
DIA 05 DE JUNHO -DIA DO MEIO AMBIENTE
Segundo a Bióloga Glauce Viana
O dia mundial do meio ambiente serve também de reflexão que não se limita somente a ecologia, mas as questões humanas, sociais e políticas, bem como: desemprego, abuso de crianças, fome, falta de saúde e outras questões que também são questões ambientais.
sábado, 5 de junho de 2010
DIA 05 DE JUNHO -DIA DO MEIO AMBIENTE
Biologa Glauce Viana da UFMT plantando uma muda
de Ipê na Praça Ulisses Guimarães
Adv. e BiologaValquíria plantando uma muda de Ipê.Psicopedagoga Nilza Martins e Adv. Lucélio Costa
Fisico MsC. Jorge Soares de Almeida e Adv. Lúcelio Costa
Fisico MsC. Jorge Soares de Almeida
Nilza ,Dr Dalci,Adv. e Biologa Valquíria,Dr. Francisco e Luci.
Biologo, Ecólogo,Ictiólogo Dr. Francisco de Arruda Machado
Biologo, Ecólogo,Ictiólogo Dr. Francisco de Arruda Machado
Adv. Lucélio Costa ,Nilza Martins, Márcia e Keila
Psicopedagoga Nilza Martins e Adv. Lucélio Costa.
Psicopedagoga Nilza Martins e Adv. Lucélio Costa.
Biologo, Ecólogo,Ictiólogo Dr. Francisco de Arruda Machado
Pré-Candidata a Deputada Estadual Lucilina,Nilza,Valquíria,
Pré-candidata a Deputada Estadual Márcia Cardoso e Keila.
e Zoologia da UFMT.
Biologo e Pré-candidato a Deputado Estadual João Gaiva
e Márcia Cardoso
Hoje, como um gesto simbólico, estamos realizando uma cerimônia de plantio de árvores aqui na Praça Ulisses Guimarães. O movimento para um compromisso mais profundo com a proteção ambiental através do plantio de árvores novas e de cuidar das existentes, está crescendo rapidamente em todo o mundo. As árvores e as florestas estão muito ligadas aos padrões climáticos e também à manutenção de um equilíbrio crucial na natureza. Sendo assim, todos nós temos como tarefa a proteção ambiental, pois ela é uma responsabilidade universal de todos nós. É extremamente importante para todas as pessoas não só ter um grande interesse pela causa da proteção ambiental, mas também para implementar este ideal em ações de plantio de novas árvores. Nesse sentido, estaremos fazendo um gesto importante para o mundo em demonstrar as nossas preocupações globais e, ao mesmo tempo, fazer a nossa própria pequena, mas significativa contribuição à causa.
Estiveram presentes nesse evento o Biologo Dr.Francisco Arruda Machado,o Físico MsC. Jorge Soares de Almeida, a Biologa Glauce Viana, a Adv.e Biologa Valquíria Carvalho Azevedo, o Adv.Lucélio Costa, o Biologo João Gaiva, a Psicopedagoga Nilza Martins, a Educadora Ambiental e Pré-candidata a Deputada Estadual Márcia Cardoso, a Pré-candidata a Deputada Estadual Lucilina da Silva, o Vereador do PV Hilton, o Secretário do Meio Ambiente Archimedes Pereira Lima Neto , a Presidente municipal do PV Mulher de Várzea Grande Márcia, a Vice-Presidente do PV Mulher de Várzea Grande Keila...
Forma homenageados : o Grupo de Ação e Recuperação de Recursos Ambientais, o Instituto Matogrossense de Direito e Educação Ambiental e a ONG GARRA, pelo excelente trabalho que vêm realizando em defesa do meio ambiente.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
DIA 05 DE JUNHO -DIA DO MEIO AMBIENTE
CONVITE
No dia 05 de junho, às 08:00 horas, nós do MOVIMENTO MATO GROSSO MAIS MULHERES, estaremos plantando árvores na praça Ulisses Guimarães com o propósito de neutralizar o gás carbono de nossa atmosfera, além de deixar nosso meio ambiente mais cheio de vida, elas proporcionam sombras e bem-estar. Além disso, você estará contribuindo para evitar o aquecimento global. ...
Venha plantar e cuidar, chame amigos, vizinhos e crianças!!!
MOVIMENTO MATO GROSSO MAIS MULHERES
Juntos, vamos fazer mais e melhor!
Relatório cita desafios para o Brasil alcançar Objetivos de Desenvolvimento do Milênio
Sexta, 04 de Junho de 2010
Em seminário no Rio de Janeiro, no último dia 01/06, o governo brasileiro apresentou o “4º Relatório Nacional de Acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio”, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Foi destacada a redução dos índices de mortalidade materna – que ocorre até 42 dias após o término da gravidez, atribuídos a causas ligadas à gravidez, ao parto e ao puerpério, em relação ao total de nascidos vivos. No início da década eram registradas 140 mortes maternas para cada 100 mil nascidos vivos. Atualmente, o número caiu para 75, mas a meta para os próximos cinco anos é reduzir a proporção para 35.
Outro desafio para o Brasil cumprir as Metas do Milênio até 2015 é a ascensão das mulheres a cargos no alto escalão do governo e de empresas privadas. Segundo o documento, “tanto no Congresso Nacional como nos postos eletivos subnacionais e em cargos do Executivo e Judiciário, evidencia-se a perseverante ausência das mulheres. A política formal ainda é um campo eminentemente masculino no Brasil e a alteração desse quadro é um grande desafio para o Estado”.
Sobre os motivos para esta subrrepresentação, são citadas as dificuldades femininas para lançar candidaturas, para se colocar nos espaços partidários, os limites que a menor presença e os estereótipos de gênero impõem à própria atuação das mulheres parlamentares, a reprodução desses estereótipos pela mídia e as formas como o binômio público-privado e a divisão sexual do trabalho influenciam e a legislação de cotas que até recentemente foi muito pouco efetiva, pois não determinava a obrigatoriedade do cumprimento das cotas e nem sanção em caso de não cumprimento.
O relatório cita o avanço da minirreforma eleitoral, que garante o preenchimento obrigatório das cotas de candidatos por sexo, um mínimo de 30% e um máximo de 70% para ambos os sexos, a reserva de parte de recursos do Fundo Partidário para programas de promoção e difusão da participação política das mulheres e a reserva de tempo da propaganda partidária gratuita para promover e difundir a participação política feminina. “São passos que podem se mostrar importantes em direção ao aumento da participação das mulheres na política”.
No que diz respeito à presença de mulheres em cargos de confiança no Poder Executivo Federal, o documento do Ipea indica que, quanto maior o cargo, menor a possibilidade de ser ocupado por uma mulher. “Em outubro de 1999, elas eram somente 13% dos DAS 6 – o mais alto cargo na hierarquia do Executivo Federal, abaixo apenas dos de ministros de Estado. Dez anos depois, alcançam tão somente 20% desses cargos. No total de cargos, em relação a 1999 percebe-se uma relativa melhora. As mulheres passam de 41% para 43% dos DAS, mas o aumento é mais significativo nos cargos mais altos. Contudo, especialmente tendo em vista a grande presen edil;a de mulheres no setor público, não é aceitável que as posições mais privilegiadas ainda sejam majoritariamente ocupadas por homens. Não há ainda, no Poder Executivo, qualquer medida com vistas a reverter este quadro”.
No Poder Judiciário, a situação não é muito diferente. Em 2009, dos 80 cargos de ministros de tribunais superiores, somente 14 eram ocupados por mulheres. O Supremo Tribunal Federal, a mais alta instância do Poder Judiciário, nomeou uma ministra pela primeira vez apenas em 2000, a ministra Ellen Gracie, e mais recentemente mais uma mulher, a ministra Carmem Lúcia, um número pequeno considerando a grande presença de mulheres nas carreiras jurídicas. “Com isso, é possível perceber que ainda há em nossa sociedade muitos espaços a serem alcançados em definitivo pelas mulheres. Em geral, são espaços de poder, prestígio e valor social ainda majoritariamente ocupados por homens. As mulheres são relacionadas ao espaço privado e às atribuições ligadas à reprodução da família, enquanto dos homens se espera muito mais frequentemente a atuação nos espaços públicos”.
A campanha mais mulheres no poder é citada como uma das principais iniciativas do governo federal para alcançar o Objetivo 3 das Metas de Desenvolvimento do Milênio: Promover a Igualdade entre os Sexos e a Autonomia das Mulheres.
Confira - Objetivos de Desenvolvimento do Milênio – Relatório Anual de Acompanhamento
Fonte: Site www.maismulheresnopoderbrasil.com.br
Em seminário no Rio de Janeiro, no último dia 01/06, o governo brasileiro apresentou o “4º Relatório Nacional de Acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio”, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Foi destacada a redução dos índices de mortalidade materna – que ocorre até 42 dias após o término da gravidez, atribuídos a causas ligadas à gravidez, ao parto e ao puerpério, em relação ao total de nascidos vivos. No início da década eram registradas 140 mortes maternas para cada 100 mil nascidos vivos. Atualmente, o número caiu para 75, mas a meta para os próximos cinco anos é reduzir a proporção para 35.
Outro desafio para o Brasil cumprir as Metas do Milênio até 2015 é a ascensão das mulheres a cargos no alto escalão do governo e de empresas privadas. Segundo o documento, “tanto no Congresso Nacional como nos postos eletivos subnacionais e em cargos do Executivo e Judiciário, evidencia-se a perseverante ausência das mulheres. A política formal ainda é um campo eminentemente masculino no Brasil e a alteração desse quadro é um grande desafio para o Estado”.
Sobre os motivos para esta subrrepresentação, são citadas as dificuldades femininas para lançar candidaturas, para se colocar nos espaços partidários, os limites que a menor presença e os estereótipos de gênero impõem à própria atuação das mulheres parlamentares, a reprodução desses estereótipos pela mídia e as formas como o binômio público-privado e a divisão sexual do trabalho influenciam e a legislação de cotas que até recentemente foi muito pouco efetiva, pois não determinava a obrigatoriedade do cumprimento das cotas e nem sanção em caso de não cumprimento.
O relatório cita o avanço da minirreforma eleitoral, que garante o preenchimento obrigatório das cotas de candidatos por sexo, um mínimo de 30% e um máximo de 70% para ambos os sexos, a reserva de parte de recursos do Fundo Partidário para programas de promoção e difusão da participação política das mulheres e a reserva de tempo da propaganda partidária gratuita para promover e difundir a participação política feminina. “São passos que podem se mostrar importantes em direção ao aumento da participação das mulheres na política”.
No que diz respeito à presença de mulheres em cargos de confiança no Poder Executivo Federal, o documento do Ipea indica que, quanto maior o cargo, menor a possibilidade de ser ocupado por uma mulher. “Em outubro de 1999, elas eram somente 13% dos DAS 6 – o mais alto cargo na hierarquia do Executivo Federal, abaixo apenas dos de ministros de Estado. Dez anos depois, alcançam tão somente 20% desses cargos. No total de cargos, em relação a 1999 percebe-se uma relativa melhora. As mulheres passam de 41% para 43% dos DAS, mas o aumento é mais significativo nos cargos mais altos. Contudo, especialmente tendo em vista a grande presen edil;a de mulheres no setor público, não é aceitável que as posições mais privilegiadas ainda sejam majoritariamente ocupadas por homens. Não há ainda, no Poder Executivo, qualquer medida com vistas a reverter este quadro”.
No Poder Judiciário, a situação não é muito diferente. Em 2009, dos 80 cargos de ministros de tribunais superiores, somente 14 eram ocupados por mulheres. O Supremo Tribunal Federal, a mais alta instância do Poder Judiciário, nomeou uma ministra pela primeira vez apenas em 2000, a ministra Ellen Gracie, e mais recentemente mais uma mulher, a ministra Carmem Lúcia, um número pequeno considerando a grande presença de mulheres nas carreiras jurídicas. “Com isso, é possível perceber que ainda há em nossa sociedade muitos espaços a serem alcançados em definitivo pelas mulheres. Em geral, são espaços de poder, prestígio e valor social ainda majoritariamente ocupados por homens. As mulheres são relacionadas ao espaço privado e às atribuições ligadas à reprodução da família, enquanto dos homens se espera muito mais frequentemente a atuação nos espaços públicos”.
A campanha mais mulheres no poder é citada como uma das principais iniciativas do governo federal para alcançar o Objetivo 3 das Metas de Desenvolvimento do Milênio: Promover a Igualdade entre os Sexos e a Autonomia das Mulheres.
Confira - Objetivos de Desenvolvimento do Milênio – Relatório Anual de Acompanhamento
Fonte: Site www.maismulheresnopoderbrasil.com.br
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