
Após folia, programa deste domingo (13) segue em clima de Carnaval
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Após folia, programa deste domingo (13) segue em clima de Carnaval

No “Esquenta!” deste domingo (13), Regina Casé recebe a visita da ex-candidata à presidência da república Marina Silva. Marina fala sobre preconceitos, desenvolvimento sustentável e conta sua história de conquistas e superações, que começou num seringal do Acre, onde nasceu. A ex-candidata interage com a plateia e se sente tão à vontade que pede a Arlindo Cruz e Leandro Sapucahy que cantem seu samba favorito.
Pegando carona no assunto ambientalista, o Jeito Moleque explica como funciona seu projeto de plantio de árvores para anular a eliminação de carbono produzido em suas apresentações. O grupo também apresenta alguns de seus sucessos.
A atriz Thais Araújo, a cantora Fernanda Abreu, a ex-modelo Luiza Brunet e a cantora Elza Soares, convidadas do último programa, continuam a animar a atração de Regina Casé.
Já Katiuscia Canoro, Thalita Carauta e Rodrigo Sant’Anna divertem a plateia e os convidados nos papéis de Lady Kate, Clarete e Admilson, respectivamente, seus personagens no humorístico “Zorra Total”.
Para finalizar, a banda Psirico traz o axé da Bahia com seu sucesso “Mulher Brasileira (Toda Boa)”. Já Ellen Roche, a madrinha do dia, relembra seu sonho de criança de ser médica – que acabou sendo realizado no “SOS Emergência”, quando interpretou uma doutora.
Fonte:UOL
Por racismoambiental,
Mulher
Não existe um dia especial, dia da mulher é todo dia.
Aquela Mulher que tem tudo
Mais também aquela que não tem nada
Aquela que é feliz, amada, protegida.
Aquela que é maltratada, espancada, infeliz.
Mulher menina, menina Mulher.
Mulher amedrontada, assustada, esquecida.
Mulher que só encontra forças para chorar
E entre ás lágrimas nasce o mais belo do sorriso
Mulher que sorrir após dar a vida e tê-la em seus braços
Mas é a mesma Mulher que chora após um (a) filho partir
Mulher, experiência única em ser Mulher.
Mulheres de defeitos e qualidades
Mulher de sonho, de paixão, de amor.
Mulher na alma, mulher de coração.
Mulher que afaga que protege
Mulher de gestos simples
Mulher Quilombola
Mulher negra, índia, branca não importa.
Mulher de rosto cansado
Mulheres de mãos firmes, calejadas com a peleja do dia-a-dia.
Mulheres que lutam pelo território, titulação, pela transformação.
Mulher lutando sem medo de ser MULHER.
Mulher que traz no sangue a semente da libertação.
Mulher que gera em seu ventre a vida.
O PV de São Bernardo quer aproveitar o ‘efeito Marina Silva'' para obter mais espaço, se fortalecer e ter participação ativa nos rumos administrativos da cidade. Assim, apesar de o prefeito Luiz Marinho (PT) colocar como certa a repetição da coligação que venceu o pleito municipal em 2008, com atuação dos verdes, o petista deve ter dificuldades para concretização a aliança para sua reeleição, no ano que vem.
"Nós apoiamos a gestão, temos esse compromisso. Mas não temos de estar juntos a vida toda. Temos condições de abrir negociação para ver o que é melhor para o partido. E se não tivermos espaço para o tamanho do nosso projeto, quem sabe podemos ter até uma mulher candidata a prefeita", enfatiza a presidente municipal do PV, Vera Motta.
A dirigente cita o desempenho, na cidade, da ex-senadora Marina Silva na candidatura a presidente no ano passado. Na ocasião a verde recebeu 88.799 votos no município, ou 19,91% dos sufrágios válidos. O montante também equivale a 45,5% dos 194.966 votos conquistados por Luiz Marinho no primeiro turno de 2008 e a 58,5% dos apoios recebidos pelo segundo colocado na primeira etapa daquele pleito, Orlando Morando (PSDB).
"Após a eleição presidencial, tivemos um boom de filiação. Crescemos de 30% a 40%. São pessoas que querem construir, uma juventude que não fazia parte da política. É a nossa chance de fazer a diferença", salienta Vera Motta. "Não tínhamos dinheiro, mas usamos a criatividade. Fizemos as Casas de Marina e trabalhamos bem a internet", completa a verde, sobre a performance da presidenciável na cidade.
Apesar de a legenda ter acordo para o mandato 2009-2012 e, inclusive, estar inclusa no governo com a Secretaria de Meio Ambiente (Giba Marson), a presidente faz análise crítica sobre a administração Marinho. "Tem avançado em projetos na periferia, o que é bom. Mas tem muita coisa a se fazer. Os próximos dois anos são de execução", diz Vera Motta. "É preciso investir também em retirada de imóveis de área de proteção ambiental. Mas não participamos das discussões para essas propostas", frisa a vice-presidente do PV, Vera Rotondo.
ORIENTAÇÃO
Outro incentivo para a ambição de crescimento do partido é a orientação das executivas nacional e estadual para lançar candidatura majoritária em municípios com mais de 500 mil habitantes, que é o caso de São Bernardo.
Para ancorar a pretensão, a legenda já está preparando o terreno para enfrentar a corrida pelo Legislativo. Dependendo das mudanças que serão impostas pelo Congresso na campanha, em decorrência da reforma política que está em curso, a sigla pretende fazer de um a três vereadores. "As pessoas que têm trabalhado internamente começam a postular vagas mais vistosas, de mandato, por exemplo. A gente sempre colocou o logotipo do PV à frente do rosto, mas temos de mostrar a nossa cara", explica. Os candidatos serão separados de acordo com a bacia hidrográfica da cidade. "Há rios encanados, sob a terra. Mas eles aparecem quando chove", cutuca Vera Motta.

Em uma década, o Amazonas registrou um índice de vitimização negra de 290,2 para cada 100 mil habitantes, segundo o levantamento. O índice relaciona a taxa de homicídios de negros e brancos para um determinado número de habitantes. De 1998 e 2008, a taxa de morte entre brancos por 100 mil habitantes foi de 4,3 e de negros foi de 29,5.
O índice de vitimização negra do Amazonas na Região Norte só foi menor que o registrado no Pará, que apresentou índice de assassinatos a negros de 290 a cada 100 mil habitantes, ocupando o 8º lugar no ranking de registros no País. No estado paraense a taxa de assassinatos a negros é de 44,9% para 13,4% de brancos no período de 1998 a 2008.
Depois do Amazonas e Pará, o estados que ficou entre os primeiros com maior taxa de vitimização negra do País foi o Rio Grande do Norte com um índice de assassinatos a negros de 313,4 a cada 100 mil habitantes, ocupando o sétimo lugar, antecedido dos seguintes Estados: Ceará (com um índice de 344,5 e sexto lugar); Distrito Federal (com um índice de 425,1 e quinto lugar); Pernambuco (com um índice de 428,8 e quarto lugar); Bahia (com um índice de 439,8 e terceiro lugar); Alagoas (com um índice de 974,8 e segundo lugar) e em primeiro no ranking ficou a Paraíba com um índice de vitimização negra de 1083,1.
Aumento
O levantamento do Instituto Sangari mostrou, ainda, que o Amazonas teve décimo maior aumento no índice de vitimização negra do Brasil entre 2002 e 2008, com um aumento de 7,6% nos registros de assassinatos a negros. Em 2002, a taxa de mortes de negros foi de 27,4 e 29,5 em 2008 para cada 100 mil habitantes.
Já o índice de vitimização branca reduziu quase pela metade no Estado, entre 2002 e 2008. Em 2002, a taxa de homicídios de brancos foi de 8,3 e 4,3 em 2008, para cada 100 mil habitantes, resultando numa diminuição de 48,19%.
Preocupante
O estudo do Instituto Sangari apontou também que os elevados níveis de vitimização negra em todo País. O indicador, de acordo a entidade, trabalhado a partir do ano 2002, evidencia um forte e “preocupante crescimento” dos registros desde 2002.
A partir deste ano, morriam proporcionalmente 46% mais negros que brancos no Brasil. Esse percentual eleva-se para 67% em 2005 e mais ainda, para 103% em 2008. Dessa, cita o instituto, que morrem proporcionalmente mais do dobro de negros do que brancos.
O estudo revelou também que 68,8% das mortes de toda a população jovem do Amazonas estão ligadas à violência. De acordo com o relatório, 2.784 jovens, entre 15 e 24 anos, morreram no Amazonas entre 1998 e 2008.
O maior número de mortes foi registrado em 2008, com 319 óbitos nessa faixa etária, quase um ao dia, finalizando a década com aumento de 24,6% dos casos.
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